A Suíça está entre as oito melhores seleções da Copa do Mundo de 2026. Em uma partida equilibrada e marcada pelo forte sistema defensivo das duas equipes, os suíços empataram em 0 a 0 com a Colômbia no tempo regulamentar e na prorrogação, mas levaram a melhor na disputa por pênaltis ao vencer por 4 a 3, nesta última terça-feira (7), em Vancouver. Com o resultado, os europeus voltam às quartas de final de um Mundial pela primeira vez desde 1954 e terão pela frente a Argentina na próxima fase.
O primeiro tempo foi bastante disputado, com poucas oportunidades claras de gol. A Colômbia teve maior presença ofensiva e tentou pressionar principalmente com Luis Díaz e James Rodríguez, mas encontrou uma defesa suíça bem postada. Do outro lado, a equipe comandada por Murat Yakin apostou em transições rápidas, sem conseguir transformar a posse de bola em chances perigosas.
Na etapa final, o panorama permaneceu semelhante. Os colombianos seguiram buscando o ataque, enquanto a Suíça apostava na organização defensiva e em contra-ataques. Apesar da intensidade, nenhuma das equipes conseguiu balançar as redes, levando a decisão para a prorrogação.
Nos 30 minutos extras, a Colômbia esteve muito perto da classificação. Jhon Lucumí acertou o travessão em uma das melhores oportunidades da partida, enquanto Gustavo Puerta também levou perigo. A Suíça respondeu com alguns contra-ataques perigosos, mas o empate sem gols persistiu até o apito final, deixando a vaga para ser decidida nas penalidades.
Na disputa de pênaltis, o goleiro Gregor Kobel foi decisivo. Davinson Sánchez desperdiçou uma cobrança ao acertar o travessão, e o camisa 1 suíço defendeu o chute de “Cucho” Hernández. Mesmo com Manuel Akanji desperdiçando uma cobrança pela Suíça, Rubén Vargas converteu o último pênalti e garantiu a vitória por 4 a 3, selando a classificação histórica dos europeus.
Agora, a Suíça enfrentará a Argentina no próximo sábado (11), em Kansas City, pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026, em duelo que vale uma vaga nas semifinais do Mundial.
(*) Rafael de Souza




