10/07/2007 08h43 – Atualizado em 10/07/2007 08h43
Terra
O Uruguai, adversário da Seleção Brasileira, é um dos maiores vencedores da Copa América. Ao lado da Argentina, o time conquistou 14 edições da competição. Apesar da tradição da equipe, os jogadores e a comissão técnica do Brasil não são unânimes ao apontar o rival desta terça-feira como especial. O lateral-direito Maicon encara a partida como outra qualquer. “Não tem essa de Uruguai. Vejo todo jogo da mesma forma. Foi assim em toda a Copa América”, afirma. Já o zagueiro Alex discorda e classifica a partida como especial. O ex-santista compara o clássico aos tempos em que enfrentava o Corinthians. “Era o nosso grande rival. Da mesma forma, enfrentar o Uruguai ou a Argentina com a camisa da Seleção Brasileira sempre tem uma motivação especial”, opina o defensor. O técnico Dunga admite a tensão em torno do jogo, mas descarta falar sobre rivalidade na preleção. “A nossa reunião vai ser como em todos. Vou ressaltar o posicionamento do Uruguai, as características dos jogadores. Mas a motivação já vale por uma semifinal”, diz o treinador, que conquistou a Copa América de 1989 com vitória de 1 a 0 sobre o adversário na decisão. Seis anos depois, o então volante perdeu a final nos pênaltis para os uruguaios, que jogaram em casa. O jogo desta terça-feira começa às 21h50 (20h50 de MS) em Maracaibo.



