02/04/2007 10h00 – Atualizado em 02/04/2007 10h00
Chegar a Três Lagoas é sempre um grande prazer. A vista da usina de Jupiá é fantástica e a imensidão das águas me trás a paz que mereço. Sinto-me extremamente em casa quando retorno a essa terra. O clima esquentou nos aeroportos brasileiros nos últimos dias. Controladores de vôo desafiaram o governo e os militares e conseguiram, sem muita dificuldade, derrotar os dois. Para um sulista, o clima quente de Três Lagoas, se não pode ser considerado insuportável, fica muito próximo disto. Muito líquido e a busca constante por uma sombra e vento são fundamentais. No caso de um sulista como eu, para enfrentar o calor de Três Lagoas, até ‘sombra de dúvida’ serve. Lula não sente na carne o problema da crise aérea. Seu avião está isento desses problemazinhos. Sai no horário marcado e voa tranquilamente na direção que bem entender. O calor de Três Lagoas é intenso. O rio Sucuriú ou qualquer líquido gelado (com ou sem álcool) são opções para se refrescar. Nos aeroportos, as opções simplesmente não existem. As pessoas são obrigadas a ficar “jogadas” no saguão esperando que algo de bom aconteça. Neste nosso Brasil varonil, problema é o que não falta. E normalmente esses problemas beiram ou chegam ao caos. O calor de Três Lagoas, pensando bem, é uma coisa boa…


