03/09/2017 13h34

Homem morto era membro da Facção, e tentou fugir do Presídio de Segurança Máxima de Três Lagoas, no último dia 31 de agosto.

Da Redação

No último dia 31 de agosto um detento foi baleado e morto, após tentar fugir do Presídio de Segurança Máxima de Três Lagoas. Segundo informações, ele e outro preso conseguiram escapar, e foram vistos quando tentavam escalar o muro, não obedeceram as órdens para se deitarem e foram alvejados.

O que acabou morrendo, Leonardo Ponciano, havia sido preso por latrocínio, e era membro do PCC (Primeiro Comando da Capital), o que gerou revolta dentro do Comando e, agora, uma órdem de represália foi dada contra a Policia Militar e Agentes Penitenciários de Três Lagoas.

Segundo publicação do Blog do Nelio,e portal de notícias UOL, “na semana que antecedeu o aniversário da facção, um ofício do diretor do presídio federal de Porto Velho, Cristiano Tavares Torquato, retratou a existência de um plano da facção para matar um juiz federal, um procurador da República, um delegado federal e pelo menos quatro agentes penitenciários da unidade de Rondônia”.

Ainda de acordo com as publicações do Blog do Nelio, “no dia 06 de março de 2013 o PCC executou em Três Lagoas o cabo aposentado Otácilio Pereira de Oliveira, que trabalhava como mototaxista para complementar a renda da aposentadoria. 18 pessoas foram presas pelo crime, inclusive Cleverson Messias Pereira dos Santos, vulgo cabelo, que é sobrinho do cabo Otacilio. Na época o então titular da Sejusp Wantuir Francisco Brasil Jacinini chegou a ser acusado de ter menosprezado a informação de que um policial de Três Lagoas seria vítima da ação do PCC, pois os preparativos para o atentado iniciaram três meses antes, e supostamente teria sido revelado pela Secretária de Segurança Pública do Paraná”.

Os agentes de segurança da cidade, envolvendo a Polícia Militar, Civil e também os agentes penitenciários de Três Lagoas, estão em alerta máximo para tentar evitar qualquer ataque.

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