19/05/2015 09h04 – Atualizado em 19/05/2015 09h04

Pré-candidato à Prefeitura de Dourados, o deputado federal Geraldo Resende (PMDB) está tão confiante em sua eleição nas eleições municipais do ano que vem que mandou um recado “a quem interessar possa”. Disse que as coisas estão dando tão certas para o seu lado, que não está preocupado com eventuais articulações políticas visando possível confronto na cidade. Embora sem citar nomes, referiu-se ao ex-deputado federal Marçal Filho que pode disputar o cargo pelo PSDB de Reinaldo Azambuja.

PRÉ-PAUTA

Geraldo Resende e a senadora Simone Tebet (PMDB) estiveram ontem pela manhã na Assomasul, em Campo Grande, discutindo com os prefeitos que integram a diretoria da entidade a pauta de reivindicações que eles vão levar para a XVIII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que ocorrerá de 25 a 28 deste mês. Pedem que a representatividade de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional pressionem em favor da aprovação do “pacto federativo”, um sonho dos gestores por uma melhor distribuição do bolo tributário nacional entre as três esferas de governo.

FUTURISTA

Apesar de estar apenas começando o mandato de deputado federal para o qual se elegeu em 2014, Zeca do PT já fala em não ser candidato à reeleição em 2018. Embora deva passar muita água debaixo da ponte até lá, o petista afirmou que vai dar total liberdade ao seu colega de partido, Delcídio Amaral, para decidir seu futuro. Disse textualmente que se o senador quiser ser candidato ao governo, ele disputa o Senado. Mas se Delcídio optar pela reeleição, ele vai bater chapa pelo governo.

ILUSIONISTAS

Chega a impressionar a facilidade que alguns políticos têm em encontrar a solução para os problemas que afligem a população da Capital. Em programas eleitorais no rádio e na TV, os interessados em concorrer ao cargo se revezam na mídia para apontar erros e mostrar os caminhos a serem seguidos. O último a encontrar a fórmula mágica para colocar Campo Grande nos trilhos foi o progressista Alcides Bernal (PP), que, no entanto, foi defenestrado do cargo pela Câmara de Vereadores.

MAIS DO MESMO

Apesar de todo buchicho criado em torno da reportagem do Fantástico sobre o prefeito da Capital, Gilmar Olarte, parece que tudo continua como antes, ou seja, sem nenhum fato novo. O conteúdo da matéria parece que serviu mais para desviar o foco das investigações em cima dos vereadores do que propriamente para incriminar o prefeito. O Ministério Público, no entanto, deve ter em seu poder tudo que prove quem são os verdadeiros culpados. E esse desfecho não pode demorar muito.

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