03/04/2014 11h08 – Atualizado em 03/04/2014 11h08

Várias rodovias estaduais estão com obras de pavimentação e recuperação asfáltica em andamento, por conta do esforço do governador André Puccinelli, da vice Simone Tebet e outras lideranças da região

Léo Lima

Com um total de R$ 3,5 bilhões, o governo do Estado está tocando o programa MS Forte 2 em todo o Mato Grosso do Sul, sendo que somente em infraestrutura (pavimentação e recuperação de rodovias) foram destinados desse bolo R$ 1,5 bilhão. Dessa fatia, a região do Bolsão Sul-mato-grossense foi beneficiada com maior porção: R$ 800 milhões.

Esses recursos, conforme fontes da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de MS) são oriundos de empréstimos contraídos junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) com contrapartida do governo do Estado. “Tais recursos e consequente aplicação na execução das obras nas rodovias da região, são frutos do trabalho incansável do governador André Puccinelli, da vice-governadora Simone Tebet, do secretário de Obras Edson Giroto, e dos deputados Akira Otsubo (federal) e Eduardo Rocha (estadual)”, enfatizou o engenheiro fiscal da Agesul, Dirceu Deguti Vieira Filho.

De acordo com informações da Agesul, obras de pavimentação e restauração de estradas estão sendo executadas em quatro rodovias estaduais na região: MS-112; MS-320; MS-324; e MS-040.

OBRAS EM ANDAMENTO

Rodovia MS-112 – recentemente foi asfaltada de Três Lagoas a Inocência. Agora está recebendo asfalto de Inocência a Cassilândia, numa extensão de 86,7 quilômetros. Em seu entorno haverá uma grande salto econômico com destaques para o crescimento da bacia leiteira de Inocência; ampliação da possibilidade do grupo Arauco/Novo Oeste implantar fábrica de celulose em Inocência; ajudar Cassilândia a se tornar nos próximos anos a “Capital da Borracha Brasileira”, com previsão de plantio no município de 40 mil hectares de seringueira, além de processar e industrializar toda a borracha produzida na região.

A rodovia corta a Serra das Morangas, uma região belíssima e com grande potencial turístico.

Rodovia MS-320 – está sendo asfaltada do Posto Vera Cruz (município de Três Lagoas) à cidade de Paraíso das Águas (BR-060), numa extensão de 151 quilômetros. Para ser executado o mais rápido possível, o trecho foi dividido em oito lotes e as empresas estão realizando os serviços dentro do cronograma estabelecido.

“Com a conclusão dessa obra, a ligação asfáltica entre Três Lagoas e Cuiabá (MT), que hoje é de mil quilômetros, diminuirá em torno de 160 quilômetros, e ligará o norte do Estado (Chapadão, Costa Rica e Paraíso das Águas), grande produtora de grãos e algodão, com a futura fábrica de fertilizantes da Petrobrás, Cargill e a hidrovia Paraná/Tietê”, colocou Deguti.

O engenheiro lembrou também que a distância entre Três Lagoas e Paraíso das Águas, pelo futuro asfalto, é de 265 quilômetros, e seu entorno possui uma fortíssima pecuária de corte. “Nesse longo trajeto existe somente um pequeno povoado chamado Pouso Alto, onde o asfalto aumentará a ocupação desse território isolado”, salientou.

Rdovia MS-324 – recentemente recebeu 4,5 quilômetros de asfalto na saída de Água Clara e está sendo asfaltada em mais 14,5 quilômetros. Beneficiará os produtores rurais e a Granja Cobb-Vantress, que possui na zona rural um dos maiores complexos produtor de matrizes de frango de corte do país.

Rodovia MS-040 – obras de pavimentação estão sendo executadas dentro do cronograma. Serão asfaltados 209 quilômetros entre Santa Rita do pardo e Campo Grande. (Veja matéria específica “Sonho Realizado”)

No Bolsão, ainda estão recebendo obras de infraestrutura (restauração asfáltica) mais quatro rodovias: MS-276, entre Batayporã e Anaurilândia, onde estão sendo executados 60 quilômetros; MS-480, entre o entroncamento da MS-276 a Porto Primavera, 30 quilômetros de obras; MS-395, entre Anaurilândia e Bataguassu, onde estão sendo concluídos 65 quilômetros de restauração asfáltica; e, MS-240, entre Inocência e Paranaíba, com 92 quilômetros de asfalto restaurados.

EDIFICAÇÕES

Na área de edificações, o governo estadual, conforme a Agesul, deverá iniciar nos próximos meses em Três Lagoas, com custos estimados em R$ 43 milhões, a construção do Hospital Universitário, que é um dos pré-requisitos para se ter o curso de Medicina na UFMS a partir de dezembro deste ano.

“Será fundamental para melhorar a qualidade no atendimento à saúde da região, além de diversificar a matriz econômica do Município, tornando Três Lagoas uma cidade prestadora de serviços”, concluiu Dirceu Deguti.

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