12/04/2016 09h23 – Atualizado em 12/04/2016 09h23

Semelhante ao quadro do programa do Ratinho no STB, ‘CFC’ (Cachaça Faz Coisa), uma questiúncula política pelas redes sociais envolvendo um político e um empresário de Dourados quase terminou em vias de fato. É o chamado ‘PFC’, que significa (política faz coisa). Ambos desconhecem aquela famosa frase que diz: ‘o direito de um termina quando o do outro começa’. Mas a política costuma promover esse tipo de desavença quando os interesses das pessoas se conflitam. Agora, se ambos tivessem focados no mesmo objetivo nada disso teria acontecido.

AMOITADOS

A cada dia que passa mais difícil fica descobrir quem vai se habilitar na disputa pela prefeitura da Capital. Os mais afoitos são aqueles que menos chances têm de chegar lá. Já alguns bem ranqueados na preferência do eleitor esperam por fases mais agudas de operações policiais em curso por aqui e em nível nacional. Dependendo do que virá pela frente, alguns devem dar meia volta e se fingir de morto para não serem esculachados pelos adversários. Enquanto isso, pesquisas para consumo interno devem estar sendo feitas para definir quem deve ser o escolhido de cada partido.

REBU

Parte dos 594 atuais congressistas – deputados e senadores – está mais suja do que pau de galinheiro. Mesmo assim, eles não perdem a pose e promovem julgamentos como se fossem os paladinos da verdade. Claro que eles são os donos da lei, afinal, elas [leis] são de exclusiva competência dos nobres parlamentares. Para o azar ou não do governo incompetente e corrupto da presidente Dilma Rousseff, os chamados “fichas sujas” e a parte boa do Congresso Nacional deverão decidir o que é o melhor para o país. Afinal, eles são os nossos representantes em Brasília.

AGENDA

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado remarcou para o dia 19 de abril, às 10h, mais uma reunião para ouvir o senador Delcídio do Amaral (sem-partido) sobre a acusação de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato, ao oferecer um plano de fuga e dinheiro ao ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, para que ele não fizesse acordo de delação premiada. Será a terceira tentativa do colegiado de ouvir o senador. O ex-petista prestaria esclarecimentos no dia 7, mas amparado por mais um atestado médico de 10 dias, não compareceu.

DISPENSA

Por causa dos sucessivos atestados médicos apresentados por Delcídio, a ideia do relator Telmário Mota (PDT-RR), era propor a dispensa do depoimento e começar o relatório com base na defesa prévia, já apresentada por escrito pelos advogados do ex-petista, mas os senadores Randolfe Rodrigues (Rede- AP) e Aloysio Nunes (PSDB-SP) sugeriram mais uma tentativa “para evitar que a dispensa do depoimento seja alvo de questionamentos na Justiça”. Para evitar que Delcídio apresente alguma dificuldade para depor, mais uma vez, o Conselho de Ética vai oferecer ao parlamentar quatro opções para que ele se defenda: presencialmente, por videoconferência, por escrito, ou ainda uma comissão poderá ir ao encontro dele para ouvi-lo onde ele estiver.

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