07/02/2012 15h48 – Atualizado em 07/02/2012 15h48

oordenadores municipais de Vigilância Epidemiológica se reuniram para avaliar o Mapa da Dengue do Estado

Coordenadores municipais de Vigilância Epidemiológica dos 102 municípios alagoanos participam nesta terça-feira (7) de uma reunião para avaliar a qualidade do banco de dados da dengue. Organizado pela Secretaria de Estado da Sade (Sesau), o encontro acontece no Hotel Tambaqui, na Ponta Verde, em horário integral, também nos dias nos dias 8 e 9 de fevereiro. Os relatórios apontam que houve crescimento no número de casos de dengue nos municípios alagoanos.

De 1° de janeiro a sete de fevereiro de 2011, foram registrados 368 casos notificados de dengue. No mesmo período deste ano, já foram 456 pessoas infectadas pela doença. Em 2011, seis municípios estavam sob avaliação de risco. Em 2012, 49 municípios estão nessa situação.

No Mapa da Dengue em Alagoas, existem 19 municípios com alto índice de mosquitos, com maior probabilidade de epidemias, como Arapiraca, com 102 casos da doença, Palmeira dos índios, com 86 casos, Lagoa da Canoa, com 23 e Girau do Ponciano, com 19. A diretora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde, Cleide Moreira, o aumento de notificações demonstra que os municípios estão sensíveis a essas variações. “Com esses dados podemos elaborar um plano de prevenção contra a dengue”.

Isolda Wanderlei, Coordenadora do Programa de Dengue da Sesau, chama atenção dos moradores dos municípios ao tratamento. “Quando a pessoa tiver um sintoma da dengue procurar logo o médico da dengue nos postos de saúde dos municípios”, afirmou.

Selma dos Santos coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Santana do Ipanema, cidade onde foram registrados 33 casos, está organizando em parceria com a prefeitura, um mutirão de limpeza.

A atividade também pretende monitorar as metas estabelecidas nos planos de contingência para o enfrentamento de epidemias da doença, que devem incluir controle, ações de vigilância epidemiológica e assistência a pacientes. Os municípios estarão divididos em três turmas, de acordo com regiões – cada uma participará de um dia do evento. “O primeiro semestre do ano é o período mais crítico da doença. Se o combate for bem feito nesse período as chances do aumento de epidemia será menor”, explicou Isolda Wanderlei.

Globo.com

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