A amigos, Osvane Ramos (PROS) ainda se queixa muito de não poder ter estrutura de campanha suficiente para bancar sua reeleição em outubro. Na semana passada, o deputado estadual, além de desistir de sua candidatura, saiu atirando em aliados por falta de verba para pagar cabos-eleitorais e outros gastos.
O governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, de acordo com pesquisa do Ibope e divulgada pelo blog do Estadão, é o mais popular entre todos os governadores do Brasil.
Alegando compromisso assumido fora do Estado, o tucano Reinaldo Azambuja (PSDB) não pôde participar do debate de ontem a noite promovido entre os candidatos pela Arquidiocese de Campo Grande e pela UCDB (Universidade Católica Dom Bosco).
A mais nova conversa que circula pelos corredores palacianos dá conta de uma iminente debandada de candidatos a cargos proporcionais de uma das coligações que postulam o governo. Ocorre que o cabeça de chapa prometeu o mundo e o fundo para partidários e aliados durante a campanha, no entanto, até agora não liderou um tostão furado.
O que há de candidato já dando como certa sua eleição para a Assembleia Legislativa não é mole, mesmo sabendo que o resultado das urnas só será proclamado após as 17h do dia 5 de outubro. O excesso de otimismo deve-se, na maioria dos casos, ao “fundo de campanha” que o concorrente dispõe para investir em suas bases eleitorais.
Não chamem para sentar a mesma mesa o governador André Puccinelli (PMDB) e o deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB). Antes aliados de primeira hora, os dois não se entendem mais em termos de informações sobre a atual administração desde que a campanha começou.
Acuado diante dos ataques dos adversários Delcídio do Amaral (PT) e Reinaldo Azambuja (PSDB), Nelsinho Trad (PMDB) precisou convocar um verdadeiro exército de peemedebistas e aliados para se defender de críticas segundo as quais, teve uma péssima gestão enquanto prefeito da Capital na área de saúde.
A oscilação de Marina Silva (PSB-AC) nas pesquisas de intenções de voto rumo à corrida presidencial deixou alguns aliados nos estados em polvorosa. O fato é que a ex-ministra perdeu terreno após estar à frente de Dilma Rousseff em cenário para eventual segundo turno.
Flávio Kayatt (PSDB) estuda e, com razão, medidas judiciais contra setores da imprensa que, segundo ele, o coloca ainda sob julgamento da Justiça Eleitoral, mesmo tendo sido absolvido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), órgão acima do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral).
Apesar de ter muita gente usando eleitoralmente o escândalo envolvendo a corrupção na Petrobras, alvo de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) em Brasília, o que tem de político perdendo noites de sono não é mole.
Literalmente, a Revista Veja sumiu das bancas de Campo Grande logo nos primeiros dias da manhã de ontem, com tanta rapidez que provocou curiosidade por parte dos órgãos de imprensa.
RITMADO
Os números de intenção de voto nos candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul dançam conforme a música, ou melhor, a religião de cada eleitor pesquisado.
RETA FINAL
Há 29 dias das eleições e menos para o término do horário eleitoral do rádio e da TV, os candidatos entram na reta final da campanha com todo o gás para tentar salvar a pele. Alguns, que por motivos estritamente financeiros estacionaram sem combustível, outros continuam a todo vapor para chegar inteiros ao grande dia. Esse é o momento em que o dinheiro fala mais alto e conquista a simpatia do povão. Aos quem não têm o vil metal, resta o consolo de ter aparecido na TV.
ERRO DE CÁLCULO I
Marqueteiro do candidato a senador Alcides Bernal, do PP, está induzindo o eleitor sul-mato-grossense a anular o voto no dia 5 outubro. Explico: qual é o resultado da soma 1+1+1?
É cada dia mais intenso o tiroteio entre Nelsinho Trad (PMDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB) - candidatos ao governo de MS - no horário eleitoral. Tudo começou com acusações de que o tucano teria votado contra o programa ‘Mais Médicos’. Ele revidou e pediu direito de resposta no espaço do adversário.
Tem gente em assessoria de comunicação de candidato se achando mais realista que o próprio Rei. Se colocando na qualidade de censora, a pessoa em questão ainda ousou criticar a postura editorial do veículo ao questionar matéria genérica sobre pesquisa eleitoral, embasada em números de instituto de pesquisa confiável.
A ala dissidente do PMDB se aproxima de Marina Silva (PSB) e tenta se fortalecer para derrubar o atual presidente nacional da sigla, o vice-presidente da república Michel Temer. Esse racha já vem de algum tempo e se tornou mais visível após o partido decidir continuar a aliança com o PT.
É visível a briga entre os candidatos ao governo de MS, Nelsinho Trad (PMDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB). Essa guerra começou após o peemedebista afirmar no horário eleitoral que o tucano votou contra o ‘Mais Médicos, programa lançado pelo governo federal.
O candidato do PP ao Senado, Alcides Bernal, foi apenado pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) por invadir o espaço dedicado a outras candidaturas do partido. Com isso, fica reduzida sua aparição no horário eleitoral de rádio e TV e pode gerar consequencias mais sérias caso ele volte a desobedecer o que determina a lei.
O prefeito Gilmar Olarte (PP) perdeu um dos principais colaboradores de sua gestão na Capital. Semy Ferraz alegou problemas de ordem pessoal para deixar o cargo que ocupava desde a posse do progressista, no início deste ano.