Astuto que só, cabeça coroada lançou seus tentáculos na direção das candidaturas com reais chances de vitória ao Parque dos Poderes e, de longe, observa suas intensas movimentações. Uma delas - a tucana - foi escolhida para receber em sua equipe um nome de peso e profundo conhecedor da política regional.
Corre à boca pequena que figura polêmica tem que torcer muito para não ficar doente e depender de cuidados médicos por estas bandas. Desde que o ex-prefeito de Dourados, Ari Artuzi, denunciou em vídeo que recebia água na veia, ao invés de quimioterapia e, mais recentemente, várias mortes após procedimento semelhante, fica difícil de o moço acreditar que escapará ileso.
O candidato da Coligação “Mato Grosso do Sul com a Força do Povo”, Delcídio do Amaral (PT) lidera na arrecadação de recursos para campanha eleitoral: R$ 8.661.500,00.
Se equilibrando em verdadeira corda bamba está o ex-prefeito da Capital, Alcides Bernal (PP). Se por um lado, tenta fazer valer sua candidatura ao Senado, mesmo já tendo perdido o 1º round, por outro, luta bravamente para voltar ao comando do Paço Municipal. Nesta segunda hipótese, porém, a missão tem sido inglória com ele.
Não foi à toa a decisão do deputado Antônio Carlos Arroyo (PR) de não se candidatar à reeleição este ano. O republicano é cotado para assumir a vaga de Cícero de Souza, que se aposenta compulsoriamente do Tribunal de Contas do Estado no próximo mês de novembro.
O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) se encarregou de fazer mais uma depuração na lista de candidatos nas eleições de outubro. Foram 27 ao todo os pretendentes aos cargos de deputado estadual e federal impugnados pelo órgão que devem deixar a campanha eleitoral.
As redes sociais estão bombando com publicações de candidaturas para todos os gostos. O pessoal que já fez sua ‘opção’ por este ou aquele candidato, tratou logo de pulverizar sua foto e propostas para conhecimento geral dos eleitores em sua página pessoal.
Obstinado a provar que foi ‘injustiçado’ quando foi prefeito de Campo Grande, Alcides de Jesus Peralta Bernal, sofreu mais uma derrota no Tribunal Regional Eleitoral.
Fonte digna de crédito e muito bem informada garante que bomba de efeito retardo pode explodir a qualquer momento e mandar muita podridão para os ares. O trem é tão feio que a turma que detém o artefato nas mãos está dividida entre apressar a detonação ou segurar um pouco mais.
Embora os gastos estejam minguados neste início de campanha eleitoral, fonte bem informada disse que certo candidato ao governo usa até um GPS para rastrear a grana entocada em buracos espalhados por todos os lados. Sem o equipamento, garante, não é possível chegar até as camufladas verdinhas distribuídas ao longo do tempo.
Com os grandes doadores na mira da Justiça, os candidatos da vez podem ter dificuldades para abastecer seus caixas e tocar suas campanhas daqui pra frente. Ninguém em sã consciência vai querer se expor neste momento e desafiar uma possível investigação sobre operações desse tipo.
Teve início ontem e vai até o próximo dia 2 o prazo para que os candidatos, partidos ou comitês financeiros informem os gastos de campanha à Justiça Eleitoral. Quem perder o prazo pode ter consequências mais sérias no decorrer do processo e ficar impedido de continuar na disputa.
O caso sobre a compra de votos de vereadores para a cassação do ex-prefeito da Capital, Alcides Bernal (PP), continua sob a investigação do Gaeco. Como o processo corre em segredo de justiça, não há informações mais precisas sobre o assunto. No entanto, os promotores devem se posicionar nos próximos dias sobre a denúncia. Tudo vai depender, evidentemente, das informações que eles têm em mãos.
O técnico Dunga vive situação semelhante a político que lança candidatura a cargo público: vira alvo dos adversários na hora. Foi só ele dizer sim ao convite feito para voltar a comandar a Seleção Brasileira que já trataram de vasculhar sua vida. Desta feita, junto à Receita Federal, onde descobriram uma sonegação milionária.
O relatório do Tribunal de Contas da União pediu a condenação de 11 diretores da Petrobras bem como que devolvam US$ 792 milhões para a companhia por causa da compra ‘equivocada’ da Refinaria de Pasadena.
Determinada coligação tem deixado seus principais cabos eleitorais em situação de penúria com a ajuda de campanha oferecida. Apelidado de ‘kit miséria’ pelos candidatos a deputado estadual, o pacote de bondade é tão pequeno que um gaiato perguntou ironicamente onde eles iriam gastar tanto dinheiro assim.
Os fakes postados no Facebook com críticas aos três principais candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul, serão retirados por decisão judicial. Com críticas e ofensas consideradas acima do limite aceitável por eles, essas postagens devem ser excluídas no mais curto espaço de tempo, sob pena de multa diária pesada contra o Facebook Serviços Online do Brasil LTDA.
A equipe do candidato a governador Delcídio do Amaral, do PT, embora procure não demonstrar, sabe muito bem que não pode vacilar, facilitar, permitir o crescimento dos adversários.
A educação, como sempre, tem sido o tema mais citado pelos candidatos ao governo em seus discursos no limiar destas eleições. Investimento no setor é sempre dito à exaustão por todos eles, sem, contudo, explicarem detalhadamente seus projetos e a origem dos recursos.
O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul recebeu 162 impugnações aos pedidos de registro dos candidatos que pretendem concorrer às eleições gerais deste ano.