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sexta-feira, 12 de junho de 2026

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CONJUNTURA

Ao fazer uma viagem por suas reminiscências, o vereador Zeca do PT voltou ao século passado, mais precisamente a 1998, e viu que Londres Machado (PR) o ajudara naquela eleição. Ao perceber que foi governador com uma mãozinha do ‘cardeal’, não hesitou em devolver o favor e cravar seu apoio ao já quase vice na chapa de Delcídio do Amaral (PT) na corrida ao Parque dos Poderes.

CONJUNTURA

Em contado ontem com a coluna, o comando regional do PSB não confirmou o nome do médico Eduardo Marcondes como provável indicado para vice na chapa do ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PMDB), pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul.

CONJUNTURA

Pesquisa do Datamax deve ter mexido com ego do tucano Reinaldo Azambuja ao colocá-lo em primeiro lugar para o Senado na preferência dos eleitores da Capital. Mesmo já não sendo mais pretendente à vaga – por ter decidido lançar sua candidatura ao governo -, deve torcer para que esse mesmo eleitorado possa presenteá-lo com o voto nas urnas.

COLUNA ROBERTO COSTA

Na condição de radialista e advogado, Alcides de Jesus Peralta Bernal sabe muito bem que “o ônus da prova cabe a quem acusa”. Por conta do ataque ao Poder Judiciário ele agora terá de dar explicações.

CONJUNTURA

O Partido da República tem difícil decisão pela frente. Ou indica um nome na chapa majoritária do petista Delcídio Amaral ou se alia a Nelsinho Trad (PMDB), mesmo sem ter à disposição uma boa vaga na chapa peemedebista.

CONJUNTURA

A candidatura do tucano Reinaldo Azambuja (PSDB) ao governo dá a Zeca do PT a chance de lutar pela vaga do Senado na chapa de Delcídio Amaral (PT). Quem sustenta tal afirmação não bota a cara, apenas reverbera conversas de bastidores.

CONJUNTURA

Por enquanto, o PMDB de Mato Grosso do Sul não faz ideia sobre qual candidatura ao Palácio do Planalto deve apoiar. Tudo porque, o partido está divido por aqui e, por isso, aguarda uma decisão do comando nacional. Isso não significa, necessariamente, que com a orientação de Brasília irá marchar unido.

CONJUNTURA

Apesar do distanciamento entre líderes locais, ainda há aqueles que acreditam na possibilidade de PT e PMDB se juntarem na disputa pela sucessão do governador André Puccinelli (PMDB). Ou seja, acreditam que o que antes era considerado algo impossível, hoje já é visto como factível por ambas as legendas.

CONJUNTURA

O presidente do PSD já disparou contra a candidatura do petista Delcídio Amaral, cobrou fidelidade do governador André Puccinelli (PMDB) à candidatura do correligionário Nelsinho Trad e agora flerta com o tucano Reinaldo Azambuja (PSDB).

CONJUNTURA

Nessa guerra de liminares da Justiça para definir o comando da Capital, quem mais perde é o povo. Sem poder de decisão - pois lançou mão dele quando foi às urnas - agora tem que assistir a tudo isso impassível e com cara de paisagem.

CONJUNTURA

Enquanto os prefeitos se movimentavam por mais recursos em Brasília, o presidente do Confaz-M, Walter Carneiro Júnior, trocava impressões com o presidenciável do seu partido, Eduardo Campos (PSB). Certamente, o menino prodígio da administração socialista, falava do potencial eleitoral de Dourados e da força que a região sul detém sob as demais.

CONJUNTURA

Parece que o PT está ficando cada dia mais ‘longen’ de sua primeira opção para composição de chapa majoritária. Focado até aqui nos getulistas, o jeito agora é mirar em outra direção. Ao que tudo indica, os brizolistas passam a ser a bola da vez e podem indicar o candidato ao Senado no projeto do senador Delcídio do Amaral.

CONJUNTURA

Diante da imprensa, a palavra de ordem dos pré-candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul é tocar a campanha tranquila, ou seja, de não agressão aos adversários. Pelo menos tem sido essa a promessa de Nelsinho Trad (PMDB) e Delcídio do Amaral (PT) em suas recentes entrevistas.

CONJUNTURA

Quem mais ganha com a candidatura de Reinaldo Azambuja (PSDB) ao Parque dos Poderes é a peemedebista Simone Tebet. Ele era a pedra em seu sapato na luta pela vaga ao Senado, onde ambos despontavam como favoritos.

CONJUNTURA

O candidato peemedebista ao Parque dos Poderes poderá abrigar o socialista Eduardo Campos (PSB-PE) em seu palanque em MS. Todavia, essa bondade pode vir com a contrapartida de ter o partido grudado ao seu projeto nessas eleições. Nesse caso, um nome feminino e, de Dourados, ganha força para virar a vice na chapa de Nelsinho Trad.

CONJUNTURA

Quem imaginava que o quadro político em MS já estivesse praticamente definido, começa a rever as previsões feitas. Os últimos acontecimentos embaralharam até as cabeças mais privilegiadas de informações sobre o processo sucessório.

CONJUNTURA

Ninguém sabe mais nada diante do ceticismo político do PMDB local, que alega que ainda precisa ouvir o comando nacional para saber quem irá apoiar na campanha presidencial em MS.

COLUNA ROBERTO COSTA

Desde que assumiu a presidência da República Dilma Rousseff não tem feito outra coisa senão administrar crise criada pela voracidade dos próprios companheiros de partido.

CONJUNTURA

Era para ser na quarta, mas acabou sendo prorrogado para ontem o prazo de definição da aliança entre petistas e tucanos em Mato Grosso do Sul. Porém, pelo andar da carruagem, parece difícil que Delcídio do Amaral (PT) e Reinaldo Azambuja (PSDB) consigam se desvencilhar das amarras impostas pelo comando nacional das duas legendas.

CONJUNTURA

De candidatura tímida no início, porém encorpada por suas lideranças nacionais no encontro de Dourados, o PMDB nem pensa mais em se aliar ao PT. Se sente forte o suficiente para enfrentar quem vier pela frente. Seja o petista Delcídio do Amaral ou o tucano Reinaldo Azambuja, o partido entende que descobriu o caminho das pedras para chegar ao Parque dos Poderes na sucessão de André Puccinelli.

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