E a política continua a produzir escândalos que envergonham até mesmo aqueles que nada têm a ver com as mazelas protagonizadas por esses desqualificados. E o exemplo da vez vem de solo sul-mato-grossense, mais precisamente de Ribas do Rio Pardo, onde dois vereadores foram cassados pela farra que fizeram com o dinheiro público. A verba era diluída em ‘diárias fantasmas’ e canalizados para o bolso deles. Dizem que se espremer mais um pouco, mais gente pega o mesmo bonde.
Se Alcides Bernal (PP) vai voltar a administrar a prefeitura de Campo Grande ainda é uma grande interrogação. O que existe, de fato, é o depoimento de 27 dos 29 vereadores da Capital ao juiz que cuida do caso. Alguns deles já foram ouvidos pelo Gaeco no ano passado, logo após o progressista ter o mandato cassado pela Câmara. O que foi dito à época ninguém sabe, à exceção dos promotores do caso. Dizem, no entanto, que quando a ‘caixa de pandora’ explodir vai ser um ‘salve-se quem puder’.
Por muito pouco, o vice-presidente da Acrissul e ex-deputado estadual constituinte, Jonatan Barbosa, não foi ver o sol nascer quadrado durante a Expogrande. Uma discussão entre ele e um policial militar de alta patente descambou para aquela famosa pergunta: o senhor sabe com quem está falando? E a resposta veio por meio de uma ação rápida da autoridade.
Desde os tempos mais remotos as mães já eram homenageadas. A comemoração mais antiga do “Dia das Mães” tem origem na Grécia, onde a entrada da primavera era comemorada por Reia, a “Deusa Mãe”. Na Roma antiga, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cibele, a “Mãe dos Deuses” romanos. Na Idade Média, trabalhadores que moravam longe de suas famílias ganhavam um dia para visitar suas mães, que era chamado pelos ingleses de “mothering day”.
A proposta de reforma política, além de ser aguardada com muita expectativa, está amarrando muita gente com interesse nos próximos pleitos, sobretudo, que pensa em novos ares, ou seja, trocar de partido. É o caso do deputado estadual Marquinhos Trad, que sonha em disputar a prefeitura de Campo Grande por outro partido que não seja o PMDB, do qual é dissidente.
O episódio envolvendo políticos no esquema de exploração sexual de menores ainda deve dar muito pano pra manga, isso caso o delator Fabiano Otero dedurar mais 10 “papa-anjos” como prometera à polícia. De uma coisa é certa, os primeiros nomes denunciados, como o vereador Alceu Bueno (ex-PSL), podem sepultar de vez suas pretensões políticas.
Para quem investiu pesado nas bases eleitorais tucanas quando governava o Estado, tirando prefeitos e vereadores, André Puccinelli (PMDB) vai comer o pão que o diabo amassou nos próximos dias com a tática de guerra a ser anunciada pela cúpula do PSDB em MS.
Não deu outra. A renúncia do vereador Alceu Bueno (ex-PSL) já era esperada por todos, principalmente pelo suplente Roberto Santana do Santos (sem partido). Aliás, Betinho, como é conhecido, já transitava pelo poder para acertar detalhes da sua investidura no cargo. Por pouco, não trombou com o advogado do titular no instante que este levava a carta a qual Alceu abria mão do mandato. Com passagens por PRB e PTC, o novo vereador deve estudar propostas.
Partidos com menor musculatura política apostam todas as suas fichas no desgaste de PT e PMDB e se articulam para disputar a prefeitura da Capital. As acusações de corrupção na Petrobras são os ingredientes principais do tabuleiro da sucessão e devem ser explorados à exaustão por essas legendas. Creem seus dirigentes que esse é o momento ideal para que eles invistam pesado em marketing e, dessa forma, ajudem a melar o objetivo das duas maiores legendas do Estado.
Por inexperiência, talvez, Rose Modesto (PSDB) rasgou fez elogios ao ex-governador André Puccinelli (PMDB) durante sessão da Câmara Itinerante, na Capital. Principal adversário dos tucanos em Mato Grosso do Sul e um dos críticos da gestão de Reinaldo Azambuja, foi agraciado pela vice-governadora na presença do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Se por um lado agradou a platéia, por outro, deve ter desagradado profundamente seu partido.
Pelo andar da carruagem, a Câmara de Vereadores da Capital passará por mais uma configuração nos próximos dias. Isso, claro, se o vereador indiciado por manter relacionamento com uma menor vier a perder o mandato. Por enquanto, é bom esperar, pois o principal acusado de promover orgias com as garotas fala em pedir delação premiada e, com isso, entregar mais alguns nomes de políticos. A justiça não irá conceder tal benefício caso não existam provas dos novos nomes a serem citados.
A correria do dia a dia e o excesso de informação são fatores que podem contribuir para o surgimento de crises de estresse, o que pode prejudicar a saúde e os relacionamentos pessoais e profissionais. Existem sete atitudes simples, que às vezes são ignoradas, mas se tratam de exercícios essenciais para aliviar a tensão do trabalho e para começar o dia seguinte com mais disposição, pronto para superar os desafios e comemorar as conquistas diárias. Confira:
Nem só de escândalos vive o Partido dos Trabalhadores nesses últimos tempos, mas, de dívidas também. Por aqui, uma pendenga judicial antiga veio à tona nesta semana e um magistrado mandou confiscar bens do partido para pagar duas credoras. Até ar condicionado da sede estadual estava entre os objetos retirados do local.
A presidente Dilma Rousseff avisa que o contingenciamento do Orçamento da União para este ano será "significativo" para garantir o cumprimento da meta de superávit primário de 1,2 por cento do PIB (Produto Interno Bruto). Jura que a aprovação do ajuste fiscal é imprescindível para a economia do país. Resta saber se os cortes vão atingir os chamados “restos a pagar” que os municípios sul-mato-grossenses têm para receber do governo federal referentes a 2013 e 2014.
Para se adaptar ao período de instabilidade econômica que o país atravessa, muitas empresas estão em busca de estratégias que ajudem a minimizar custos e otimizar processos. Aliás, nunca foi tão necessário e essencial usar o tempo com sabedoria e fazer a empresa dar saltos de produtividade para que as metas saiam do lugar e o impacto dessa crise seja minimizado.
Coincidência ou não, a presidente Dilma Rousseff “supervalorizou” em plena crise política e institucional a verba pública para os partidos políticos, o chamado Fundo Partidário, que saltou de R$ 289,5 milhões para 867,5 milhões. O mimo vai engordar os cofres de partidos robustos como o PMDB de André Puccinelli, o PT de Zeca e Delcídio e o PSDB de Reinaldo Azambuja. O nanicos com representatividade no Congresso, como o PTB de Ivan Louzada, também. Enquanto isso, o salário do trabalhador continua curto.
Causou estranheza a ida do presidente da Assembleia Legislativa, Júnior Mochi (PMDB), à tribuna para contestar o relatório sobre a situação financeira do Estado produzido por auditoria particular. Todos esperavam, na verdade, que o líder do PMDB na Casa, Eduardo Rocha, fosse o nome escolhido pelo ex-governador André Puccinelli (PMDB) para fazer sua defesa diante dos demais parlamentares e da imprensa. Meio sem jeito, o peemedebista fez o que tinha que fazer e deu o caso por encerrado.
Para alguns falta dinheiro, para outros falta amor, e para muitos, esses são os motivos que justificam faltar a felicidade. Desde minha infância em terras mineiras, penso sobre como e o que as pessoas fazem para irem de encontro a esse estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio físico e psíquico.
Definitivamente essa atual legislatura da Câmara de Vereadores da Capital não agradou a grande maioria da população, que vê com desesperança a resolução de problemas que a afligem diariamente. Em vez de os nobres representantes do povo aproveitarem a oportunidade para aprofundar as discussões nas sessões comunitárias, preferem se distrair no WhatsApp e, assim, evitar as cobranças mais diretas. O povão chiou até não poder mais e se disse desiludido com seus representantes.