A existência de uma ‘bolha’ no mercado imobiliário brasileiro começou a tomar conta do debate depois do crescimento vertiginoso do setor nos últimos anos. O alerta foi lançado meses atrás por Robert Shiller, um dos vencedores do Prêmio Nobel de Economia neste ano, e logo encontrou defensores no país. Shiller aponta a possibilidade de o Brasil estar passando uma bolha imobiliária semelhante à vivida pelos Estados Unidos e que originou a crise econômica de 2008.
O Mercosul passa por um momento crucial, é tempo de unir as lideranças para traçar novas estratégias de crescimento e também alinhar as ações que já estão em prática. Em breve (dezembro) os presidentes irão se encontrar, e para que a reunião seja de fato efetiva, vários pontos ainda precisam ser corrigidos.
O pronunciamento da presidente Dilma Rousseff na ONU foi muito correto na crítica à espionagem cibernética dos Estados Unidos, realmente uma afronta às relações internacionais e à autonomia dos povos, e na análise da crise econômica mundial, cuja fase mais aguda já passou, mas que ainda tem efeitos graves no mercado de trabalho, nos investimentos e no comércio exterior. Firme e pertinente, o discurso, contudo, não exime o Brasil das lições de casa que precisa fazer em defesa de sua soberania e de seus setores produtivos.
A empresa N2T Produções e Eventos traz para Presidente Epitácio nos dias 14 a 17 de novembro o Fim Fest. Os shows serão realizados no parque municipal “O Figueiral” e os convites já estão à venda.
Para aqueles que estão na casa dos 30, pode ser difícil imaginar o mundo sem internet. Talvez seperguntem: como era possível fazer novos amigos, manter a comunicação ativa e até renovar contatos sem essa grande rede disponível, sem os sites de relacionamento e sem as facilidades virtuais? Como todo cenário pode ser analisado por diferentes ângulos, os que vivem desde os tempos em que a internet não passava de uma promessa futurística, também podem levantar importantes reflexões sobre as vantagens e desvantagens desta era digital.
Números do Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), associação sem fins lucrativos mantida por um grupo de grandes empresas brasileiras, mostram que nosso país está avançando na reciclagem, atingindo índices satisfatórios em alguns segmentos, mas deixando a desejar em outros: 96,2% da produção nacional de latas de alumínio; 47% da resina PET; 45% das embalagens de vidro; 29% das latas de aço; 23% das 46 mil toneladas de embalagens longa vida pós-consumo; e 20% dos plásticos.
No início era um sítio, que foi dividido em chácaras e na sequência em terrenos, ocupados aos poucos por dezenas de famílias. A população vai se organizando da maneira que pode, abrindo vielas, cavando fossas, transformando parte da residência em comércio e fazendo o possível para dispor de energia elétrica. Falta ainda abastecimento de água e conflitos podem advir de pequenas divisões territoriais. Sem contar que chegar ao trabalho e voltar para casa é uma longa e penosa jornada diária. A descrição acima está próxima de uma fotografia do que ocorre em diversas cidades brasileiras, principalmente nas periferias das regiões metropolitanas do país.
Metade do valor arrecadado com a venda dos quadros será revertido a três instituições assistenciais da cidade, sendo elas: Abrigo Poço de Jacó, Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) e Lar dos Velhos Eurípedes Barsanulpho.
No período Paleolítico, a sexualidade feminina era o símbolo máximo de fertilidade. As representações de deuses possuíam imagem e corpo de uma mulher. O homem desconhecia a importância de seu papel no nascimento de uma criança e assim a mulher era respeitada como sendo um ser que proporcionava a vida e a morte. A deusa-mãe era cultuada e o sucesso do cultivo na lavoura, bem como o cultivo do alimento, era atribuído às influências da deusa da fertilidade.
A escola deve ser o espaço privilegiado para o exercício da cidadania. Isso significa preparar as pessoas para que elas saibam encarar o seu papel na sociedade. Para tanto, é preciso construir um processo participativo e democrático, que começa por transformar o ambiente escolar em um cenário que reproduza o que ocorre no dia a dia.
Há pouco mais de um ano, realizou-se, no Rio de Janeiro, o maior encontro mundial para debater a erradicação da pobreza, a contenção das mudanças climáticas e a melhoria do meio ambiente. A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que contou com a presença de 193 chefes de Estado e/ou de governo, depois de nove dias de discussões, painéis e ratificação de tratados, concluiu que o atendimento aos preceitos do progresso economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente correto é requisito imprescindível para mitigar a miséria e a fome, conter o efeito estufa e viabilizar as metas estabelecidas até 2015 pelas Nações Unidas para saúde, educação, saneamento, habitação e distribuição de renda.
A escolha de 2013 como o Ano da Contabilidade no Brasil é oportuna para que a população conheça melhor o significado do trabalho dos 484.583 profissionais da área e dos 10 mil auditores que atuam em 110 empresas do setor existentes no País. Trata-se de atividade essencial para a eficácia da gestão, transparência, confiabilidade dos balanços, exercício eficiente da responsabilidade fiscal e, portanto, do sucesso dos negócios na iniciativa privada e da qualidade dos Serviços no setor público, preceitos fundamentais na democracia.
Um dos pontos mais destacados por estudantes, professores e demais educadores nos últimos anos é a constatação de que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vem se tornando cada vez mais “difícil” e cobrando mais conteúdos. Em 2013, não foi diferente, e percebemos que a análise está ainda mais rigorosa, o que não quer dizer que a prova foi realmente mais difícil.
“A princesa que não queria aprender a ler”, da paulista Heloisa Prieto, mestra em comunicação e semiótica, e “As pequenas guerreiras”, do amazonense Yaguarê Yamã, escritor, geógrafo, ilustrador e líder indígena do povo Maraguá, são obras que expressam a imensa riqueza e diversidade da literatura brasileira. A singularidade de tamanho pluralismo caracteriza nossa cultura, expressa em livros e autores cada vez mais reconhecidos pelos leitores de nosso país.
Assim se poderia descrever a reação de muitas pessoas, entre elas lideranças sindicais, parlamentares e representantes de entidades importantes, sem falar na imprensa, que se colocam contra o Projeto de Lei 4.330, que visa a regulamentar a terceirização.
O ritmo de inovação, impulsionado por novas tecnologias, atingiu recentemente uma dimensão inédita, gerando oportunidades e ameaças para a sobrevivência de empresas tradicionais e maduras. Fenômenos como mobile e Facebook criaram indústrias completamente novas desafiando modelos estabelecidos, enquanto mesmo empresas de passado inovador falham em suas estratégias de sustentação. Como explicar as dificuldades atuais de outrora líderes de seus mercados, como Kodak, Nokia, Blackberry, Yahoo!, entre outras? Vemos empresas capazes de gerar ideias e invenções geniais, porém falhando em aplicá-las de forma oportuna e impactante para o mercado, ou seja, inovando. Dessa forma, vêem seus modelos de negócios ameaçados por companhias jovens, menores, ágeis e sem os paradigmas que tendem a se estabelecer naturalmente com a maturidade das empresas.
A Paraíba é o quarto estado do nordeste no número de armas de fogo entregues para as campanhas de desarmamento promovidas pelo governo federal. Já que as políticas de segurança pública adotadas partem do princípio de que retirar ou dificultar o máximo a compra de armas legais gera redução da violência e promove a paz, o que explica que o estado ainda seja, segundo o Mapa da Violência de 2013, o terceiro estado com a maior taxa de homicídios do Brasil?