A formação contínua do professor é de fundamental importância para o trabalho desenvolvido na instituição escolar. Aliado a esse contexto está o gestor que deve ser alguém que com empreendedorismo articula e motiva sua equipe a estudar, refletir e discutir suas especificidades no coletivo para então desfrutar de um ambiente escolar mais saudável e, consequentemente, alcançar resultados satisfatórios de maneira prazerosa e com excelência de qualidade.
Nas ruas é comum encontrarmos pessoas usando óculos, mas não é isso o que acontece no caso da deficiência auditiva. Apenas 40% das pessoas com perda de audição reconhecem que ouvem mal. A falta de informação e o preconceito fazem com que a maioria demore vários anos para tomar uma providência. Ao sentir alguma dificuldade para ouvir, a pessoa deve consultar um especialista que irá avaliar a causa, o tipo e o grau da perda auditiva. A partir do resultado de testes como o de audiometria, será indicado o tratamento mais adequado. Muitas vezes, o uso de aparelho auditivo resolve o problema.
Há tempos existe um desconforto da população com o chamado “flanelinha” ou “cuidador de carros” (como se auto intitulam), prática que se dá no ato de indivíduo que se apodera de logradouro público (que chamam de “ponto”) cobrando por um “serviço de guarda” de veículos. Os motoristas são abordados, ocasião em que o “serviço” é anunciado, não restando muitas opções, pois não questiona se o motorista aceita ou não o “serviço”: para estacionar deverá pagar X quantia, deixando no ar que algo poderá acontecer caso não pague.
Está na pauta da Câmara dos Deputados uma proposta de emenda constitucional que seria o golpe de misericórdia no combalido Judiciário brasileiro. Trata-se da PEC 457, que tramita desde 2005 e que se originou na PEC 42/2003. Travestido de proposição para aproveitar os magistrados com idade superior a setenta anos e que estariam em plena condição física para o trabalho, o projeto tem seduzido vários parlamentares brasileiros.
Apesar da referência no título, não se trata do poltergeist comunista que prometia revolucionar as instituições europeias de 1848, como anunciado na abertura do famoso Manifesto que Marx e Engels lançavam naquele ano. Nosso fantasma é do tipo sedicioso, daqueles que se alojam e vão ficando, de modo que, logo, ninguém mais os estranha. Tornam-se da família. E é aí, nessa suposta normalidade, que reside seu perigo. Alimentadas por projetos políticos que não ultrapassam o horizonte da eleição mais próxima, as assombrações que puxam o País pelo pé são bem conhecidas, mas vou focar em uma delas: a falta de qualificação da mão de obra, que dificulta a geração de empregos de qualidade e retarda o desenvolvimento das empresas.
Celebrado em 21 de setembro, o Dia da Árvore procura conscientizar as pessoas sobre a importância da natureza e de sua preservação. Nesse contexto, é importante lembrarmos que 61,5% do território brasileiro ainda é coberto por florestas, segundos dados do Ministério do Meio Ambiente. E mais que isso: em um cenário global, nosso país possui 28,3% das florestas do planeta, conforme estudo feito pela Embrapa Monitoramento por Satélite. Esses números nos fazem notar que o Brasil atravessa um momento positivo quando o assunto é a preservação dos biomas naturais e, por conta disso, é importante utilizarmos esta data para discutir o tema e salientar a importância do “verde” em nossas vidas.
No próximo dia 21 de setembro vamos comemorar o Dia da Árvore, data criada com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental. Afinal, as árvores são as responsáveis por atuar no combate à poluição, contribuindo para melhorar a qualidade do ar respirado, reduzir o calor e a incidência direta de raios solares, além de serem importantes para a retenção das águas das chuvas, reduzindo a ocorrência de enchentes.
Numerosos estudos demonstram que as crianças que leem têm mais facilidade de aprendizagem e melhor rendimento escolar. Ante tal constatação e a certeza de que os livros são caminhos obrigatórios na busca do conhecimento e formação dos indivíduos, é fundamental toda iniciativa que estimule o hábito de leitura na população infantojuvenil.
A população brasileira corre um sério risco de desenvolver doenças crônicas decorrentes do aumento de peso. O alerta foi dado em recente divulgação da Pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico). O levantamento apontou que, pela primeira vez, o percentual de pessoas com excesso de peso superou mais da metade dos cidadãos brasileiros, alcançando 51% da população acima de 18 anos de idade. Na pesquisa anterior, de 2006, esse índice era de 43%.
Senado e Câmara dos Deputados estão em meio a uma nova polêmica. Após enfrentar intensos debates sobre matérias variadas, como a distribuição igualitária dos royalties do petróleo aos Estados e o projeto do Ato Médico, e estar neste momento discutindo o fim do voto secreto, o Programa Mais Médicos e a proposta de reforma política, o Congresso Nacional se debruça também sobre projeto que envolve as organizações da sociedade civil que oferecem educação às pessoas com deficiência.
A sua família se prepara para as merecidas férias internacionais e a garotada está eufórica para conhecer de perto os famosos personagens infantis dos desenhos animados. O voo transcorre tranquilamente e o passeio supera todas das expectativas. Dias depois, um de seus filhos acorda com uma súbita indisposição estomacal, necessitando de atendimento médico de urgência.
Em abril deste ano lançamos o Senai Educa 2013, maior programa de formação profissional de Mato Grosso do Sul, com meta de atingir 60 mil matrículas em 269 cursos gratuitos distribuídos por 45 municípios. Passados 4 meses, identificamos a necessidade de ampliarmos essa iniciativa como forma de enfrentarmos de frente o principal gargalo do setor industrial no Estado: a falta de mão de obra qualificada para atender as demandas das nossas empresas. Nesse sentido, optamos pela aquisição de 80 salas de aula móveis, que serão um reforço estratégico para ampliar o acesso aos 269 cursos gratuitos de qualificação profissional.
A lei sancionada em 9 de setembro pela presidente Dilma Rousseff, estabelecendo que os royalties futuros do petróleo sejam destinados principalmente à educação e, em menor proporção, à saúde, corresponde a uma bandeira da indústria gráfica brasileira, que é um patamar de 10% do PIB para as verbas do ensino. A entidade representativa do setor, a Abigraf, expressando os anseios de 20 mil empresas, empregadoras de 230 mil trabalhadores, foi a primeira instituição de classe empresarial do País a defender esta proporcionalidade orçamentária.
Cruzar o cinturão do milho no centro dos Estados Unidos da América traz algumas reflexões sobre nossa agricultura. Onde estamos em relação a eles? Nosso nível tecnológico é menor? Nossa agricultura é menos eficiente? Será que podemos melhorar? Será que podemos aprender algo com eles?
As empresas brasileiras têm um grande desafio pela frente para garantir a própria sobrevivência diante de um mercado global cada vez mais competitivo. Grandes, médias e pequenas companhias devem apostar nos investimentos em inovação como ferramenta primordial para competir em igualdade com corporações internacionais e superar assim, as constantes perdas de competitividade e quedas de produção. Somente por meio de tais processos inovadores as organizações brasileiras conseguirão criar novos produtos, melhorar seus processos, abrir novos mercados e ampliar a produção.
A lei sancionada nessa segunda-feira (09) pela presidente Dilma Rousseff, destinando o royalty futuro do petróleo à saúde e à educação, é o primeiro resultado concreto das manifestações que ocorrem no País. Com isso, as imensas reservas de petróleo a serem prospectadas a partir de agora no Brasil, embora esgotem-se um dia, terão impacto perene sobre o desenvolvimento, pois não há investimento mais importante do que no ensino, base para todos os avanços, inclusive na saúde.
Há tempos desejaria visitar o velho Pompilho, meu amigo macanudo! Porém, nestes tempos novos por qual transito, Campo Grande a Brasília com a responsabilidade de senador da República, honrosa missão que procuro exercer com o mais acendrado espírito público, raros têm sido os espaços que me sobram para esse prazer da convivência com amigos diletos. No final da semana passada, passei ao largo de outros compromissos e fui à busca de Pompilho. Encontrei-o como das vezes outras: vestido como um autêntico gaúcho, sombreiro de barbicacho na testa, bombacha larga, guaiaca rotunda na cintura, lenço maragato sobre uma camisa de variados tons, de tirador bem frangeado, sentado tendo ao lado a chaleira com água ao ponto para um “buenacho chimarrão”. O Pompilho de sempre!
Quando pensamos em educação dos filhos, parece que é uma coisa simples e fácil, que desenvolvemos na prática do dia-a-dia, mas infelizmente não é assim que funciona.