Quando pensamos na atividade de pedalar imediatamente somos remetidos a pensar na importância do equilíbrio. Quando pessoas que não sabem pedalar ou pedalam com dificuldade ao nos contatar, a primeira preocupação que demonstram é com a possível falta de equilíbrio. A grande maioria diz não ter equilíbrio suficiente para pedalar.
A última pesquisa da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), realizada com 83% das seguradoras do país, apontou que os casos de sinistros suspeitos, fraudes detectadas e fraudes comprovadas somavam R$ 2,6 bilhões do total de negócios feitos pelo mercado segurador brasileiro em 2011. Calcula-se que os casos de fraude estão entre 10% e 15% do volume total de sinistros pagos, ou até R$ 3,6 bilhões ao ano. Os ramos mais sensíveis são os seguros de automóveis, vida, saúde e patrimoniais. É inevitável dizer que todas as seguradoras têm o desafio de investir e criar soluções que possibilitem maior prevenção à fraude.
A Constituição de 1988, que está completando 25 anos em 2013, e a legislação ordinária brasileira, a despeito da necessidade de modernização de alguns preceitos estruturais, como as reformas tributária, previdenciária e trabalhista, têm conteúdo bastante adequado à inserção do País nos mais contemporâneos conceitos do capitalismo democrático. Não nos faltam leis bem fundamentadas para as garantias dos direitos individuais e coletivos, equilíbrio entre prerrogativas e deveres, bom funcionamento das empresas, sanções criminais e normalização dos processos de interação entre as pessoas e os sistemas sociais.
Boates e casas noturnas sem alvará e estrutura adequada para evasões em emergência; construção irregular de casas em áreas de risco, com a repetição anual de deslizamentos e vítimas na época das chuvas; prédios que desabam; elevadores que despencam; barcos que afundam... Até quando o Brasil conviverá resignado com o fato consumado de tragédias, sem que se adotem medidas preventivas eficazes? É preciso mudar essa cultura de negligência com a segurança da sociedade e a vida humana.
“Sou um caminhante lento, mas nunca caminho para trás”. A frase que marcou meu final de semana, não muito mais do que isso, mas de alguma forma marcou, faz parte de um livro, denominado “Livre”. Leitura esta destinada a mentes inquietas como a minha e como a de vários leitores desta coluna. A história de um ser humano, reunindo suas forças para continuar seguindo em frente. Ela realmente faz pensar...
Estamos no início da XXVIII Jornada Mundial da Juventude que está ocorrendo pela segunda vez na América Latina. Em 1987, quando aconteceu na Argentina, o contexto mundial refletido era bem diferente do que nos deparamos em 2013. Pode parecer uma distância pequena de 26 anos para uma Igreja que conta sua historia por séculos, mas em um período de rápidas e profundas transformações, este tempo faz eclodir diferentes questões.
Fraternalmente saudamos a chegada ao Brasil do papa Francisco, reconhecido exemplo de humanidade. Ele vem para a Jornada Mundial da Juventude (Rio 2013). O jovem é o futuro no presente!
A falta de segurança e o crescimento da violência têm feito com que o cidadão comum busque formas de se defender. Porém, a defesa pessoal começa na sua própria atitude.
O Brasil tem, de acordo com o IBGE, 24,5 milhões de pessoas (14,5% da população) com alguma deficiência, sendo que 48% desse total possuem deficiência visual, 23% deficiência motora, 17% deficiência auditiva, 8% deficiência intelectual e 4% deficiência física. Ao todo, 4,3 milhões (2,5% da população) possuem restrições severas. A maioria delas poderia estudar e trabalhar se tivesse oportunidade, mas as pessoas ditas como 'especiais' são tratadas de maneira diferente, sendo obrigadas muitas vezes a ficar em casa, porque a sociedade restringe o acesso à educação de qualidade, à áreas de lazer e até mesmo ao direito de trabalhar.
O trânsito nas grandes metrópoles tem ficado cada vez mais insuportável. Coisas absurdas acontecem, mas principalmente falta de paciência, desespero, desrespeito e insanidade, que trazem atitudes violentas e cruéis, modificando o quadro de cidadania da população.
Além de gerenciar equipes, uma importante função de um líder é inspirar as pessoas. A inspiração é uma forma de estímulo que pode ser utilizada com inteligência por gerentes de qualquer organização. Jesus, Moisés e Gandhi foram mestres na comunicação junto aos seus seguidores, pois alteraram os seus estados emocionais, motivaram grupos e deram-lhes direção em momentos turbulentos por meio de palavras, imagens e tons de voz inspiradores.
As férias escolares de julho são um respiro para os estudantes. E eles curtem o momento mesmo. Combinam com os amigos mil atividades, querem viajar, enfim, aproveitar a valer. É o momento de relaxar e se divertir, mas também de se planejar e não perder o foco, especialmente para os alunos que estão em preparação para o vestibular.
Já está entranhado no senso comum que a alta carga de impostos em nosso país é um dos fatores que atrasam nosso desenvolvimento. Muita gente repete isso; os telejornais falam diariamente como um mantra e o impostômetro do centro de São Paulo já virou até ponto turístico. A sociedade não quer mais entregar ao leão uma grande quantidade de dinheiro e continuar vendo banalizados os serviços que o Estado deveria devolver.
Em meio à onda de manifestações, passou despercebida da imprensa e da opinião pública a recente audiência no Senado na qual foi lançado o projeto Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores Chave do Brasil. Com a participação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), o programa será executado em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, com recursos do Fundo Mundial para o Meio Ambiente
Nos primeiros dias de vida, o Instagram era apenas quatro funcionários, incluindo seus dois co-fundadores, e que trabalhavam amontoados nos primeiros escritórios do Twitter no bairro de South Park de San Francisco. E o Instagram, mais uma start-up da California e que não tem receita, fez brilhar os olhos de Mark Zuckerberg, que desembolsou um bilhão de dólares no ano passado e está debruçado em saber como capitalizar em cima dessa fascinante rede social de fotos.
O besouro bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) pertence à família Curculionidae, que possui a característica de apresentar o rostro bem desenvolvido, alvo da origem do nome “bicudo”. Esta praga é específica do algodoeiro, por possuir apenas esta espécie de planta que proporciona condições para que este inseto complete todo o seu ciclo de vida. Já foram relatados outros hospedeiros alternativos desta praga, principalmente plantas daninhas do gênero Cienfuegosia, mas o inseto não consegue se reproduzir se alimentando exclusivamente destas plantas.
O Brasil passa por um momento histórico, que está abalando as estruturas políticas do País. As pessoas estão indo às ruas não para comemorar gols, ou a seleção, mas para gritar por seus direitos. Esse quadro de indignação e esgotamento das Instituições Públicas já era sentido há anos pelos empresários, diariamente. O gigante Brasil estava adormecido e precisou que a população de forma ordeira e civilizada, se movimentasse como poder originário, para cobrar melhores caminhos. No meio desse turbilhão, a Abit realizou um encontro em Brasília entre empresários do setor, de todo o País, no dia 19 de junho, com parlamentares que defendem a indústria da moda e a indústria nacional. Também foi um momento histórico, pois reunimos mais de 300 pessoas interessadas em lutar por essa causa.
O avanço da tecnologia nos possibilita que estejamos conectados à Internet cada vez mais, o que nos traz vários benefícios. Entre eles, destaca-se a interação das pessoas em longa distância, por meio das famosas Redes Sociais. E como utilizar esse meio de comunicação em prol da educação?
Muito se tem falado sobre o calcário líquido. Questiona-se a sua eficiência e capacidade de realmente atender ao que vem sendo divulgado por fabricantes. Afinal, calcário líquido é mesmo corretivo da acidez do solo? Seria ele eficiente?
A terceirização pode ser o atalho necessário para modernizar processos, fazer um redesenho tributário e reduzir custos, pelo enxugamento de atividades secundárias e das despesas invisíveis ligadas a elas. Diminuição de riscos trabalhistas e contingenciais, mais tempo livre para focar no negócio e informação de qualidade para embasar a tomada de decisões são outros ganhos propiciados pela medida. Na soma final, estamos falando em aumento da eficiência – artigo de primeiríssima necessidade em um Brasil que escorregou nada menos do que cinco posições no ranking mundial de competitividade apurado pela conceituada escola de negócios suíça IMD (International Institute for Management Development).