Recentemente estive visitando a esplanada da N.O.B, a tão famosa Noroeste do Brasil, responsável pela deflagração da expansão demográfica e desenvolvimento da nossa região.
Não chamem para sentar a mesma mesa os deputados federais Carlos Marun (PMDB) e Dagoberto Nogueira (PDT), integrantes da bancada federal de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional.
Durante o processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff vários vícios de comportamento se repetiram na sociedade, principalmente dentre os interessados.
A cada informação nossa de cada dia, mais um petardo é disparado contra o PMDB de Mato Grosso do Sul. O partido vive a mesma agonia do PT em tempos de operações contra a corrupção vindas de todos os lados. Diante dessa nova realidade, não resta outra opção ao comando da sigla senão a de encarar os percalços e procurar nomes que queiram ir para o sacrifício
A volta do Gaeco à Câmara de Vereadores da Capital é o prenúncio de que vem mais chumbo grosso pela frente. Embora tenha sido negado que a ida dos policiais ao prédio do Poder Legislativo tinha alguma coisa a ver com a operação Coffee Break, quem está envolvido nela deve ter ficado com a pulga atrás da orelha.
O PAB (Posto de Atendimento Básico), carinhosamente denominado pela população de Três Lagoas como Postão, encontra-se com suas portas cerradas desde o início de 2014, com a promessa de que passaria por reformas e, até o momento, mais de dois anos depois do comunicado oficial dado pela prefeitura, não há nada em seu interior ou entorno que denuncie a existência de qualquer obra de reforma do local.
As pesquisas de intenção de voto começam a preocupar candidatos tidos até aqui como favoritos nas eleições de outubro. Dourados é o exemplo mais recente, onde o nome visto como imbatível ficou bem atrás de concorrente e começa a preocupar seus principais apoiadores
A ausência de um nome forte nos quadros petistas para disputar a prefeitura de Campo Grande diante da crise que o grupo político implantou no país, via mãos de Lula e Dilma, forçou o vereador Alex do PT a colocar seu nome à disposição.
Enquanto o PMDB se enfraquece no interior, na Capital a coisa também não é lá muito diferente. O partido pode se aliar a antigos parceiros para montar uma chapa em condições de disputar a eleição.
Pelo menos seis das 15 pessoas presas pela Operação Lama Asfáltica, da Polícia Federal, que investiga corrupção em obras públicas de Mato Grosso do Sul, foram soltas na tarde do último sábado, em Campo Grande.
A angústia da presidente Dilma Vana Rousseff, do PT, ainda não chegou ao fim. O afastamento por 55 votos contra 22 significa que ela terá obrigatoriamente de aumentar a dose de Rivotril.
O ex-governador André Puccinelli (PMDB) foi à posse do correligionário Michel Temer, no Palácio do Planalto. Com um amigo no comando do poder central, em Brasília, fica mais fácil se desvencilhar de alguns incômodos que hoje o afligem.
Recente pesquisa de intenção de voto divulgada pela imprensa demonstra muito equilíbrio entre os postulantes ao cargo de prefeito da Capital. Tudo, daqui pra frente, vai depender do convencimento de cada um deles na hora de ficar frente a frente com eleitor.
Já são fortes os indícios de que delações premiadas na 2ª fase da Operação Lama Asfáltica, denominada de ‘Fazendas de Lama’ mostrem o caminho das pedras, ou seja, onde foi parar todo o dinheiro desviado pelo grupo. Isso quer dizer, na prática, que quem optar por esse tipo de artifício pode ter redução ou até a extinção da pena
A alvorada de muita gente ontem em Campo Grande não foi das melhores. O toque de despertar foi feito por nada mais nada menos que agentes da Polícia Federal que cumpriam ordem judicial sobre a Operação Lama Asfáltica.
A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que apura se o Cimi (Conselho Indigenista Missionário) é responsável pelas invasões de terras em Mato Grosso do Sul deve entregar nesta terça-feira (10) o relatório final ao MPE (Ministério Público do Estado).