Se ainda estiver no Senado quando o impeachment contra a presidente chegar por lá, o senador Delcídio do Amaral (sem partido) já avisou que vai votar a favor.
Quem diria, mas a turma do Lula já deu início a novas estratégias, talvez, vendo a dificuldade de se manter no poder. Diante da pressão, o PT passou a defender novas eleições no país após o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Se for candidato a prefeito de Campo Grande nas eleições de outubro, o deputado federal Carlos Marun (PMDB) terá, é óbvio, muitos votos perdidos do eleitor que se coloca contra o impeachment da presidente Dilma. Além disso, pesaria contra ele o fato se aliar ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), considerado ‘persona non grata’ para a grande maioria do povo brasileiro. E por aqui não é diferente. Sabedor do entrave que pode enfrentar
Já tem gente se dizendo em estado famélico após ter os bens bloqueados pela Justiça de Mato Grosso do Sul. Os valores saltam aos olhos de qualquer um e, por essa razão, o poder judiciário resolveu garantir uma eventual devolução em caso de condenação do acusado.
Nada como um dia atrás do outro e uma noite no meio. A frase é antiga, mas permanece mais atual do que nunca e serve para ilustrar a recondução do delator do Mensalão, Roberto Jefferson, ao comando nacional do PTB.
A crise já atinge a folha de pagamento do governo e de prefeituras de Mato Grosso do Sul. No limite da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), ninguém quer ultrapassar esses gastos para não ser punido pela Justiça.
Semelhante ao quadro do programa do Ratinho no STB, ‘CFC’ (Cachaça Faz Coisa), uma questiúncula política pelas redes sociais envolvendo um político e um empresário de Dourados quase terminou em vias de fato. É o chamado ‘PFC’, que significa (política faz coisa).
Pela primeira vez um governador entregou pessoalmente o balanço junto ao Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul, fato que foi elogiado por todos os presentes.
Servidores estaduais protestaram pelas ruas centrais de Campo Grande, no sábado, contra o abono salarial de R$ 200 proposto pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB).
Depois que duas campanhas de Reinaldo Azambuja (PSDB) deram certas ouvindo o povão, o comando regional do PSD resolveu pedir apoio da opinião pública para colher sugestões sobre investimento na Capital.
Tido como um nome bom e em condições de disputar a prefeitura da Capital pelo PSB, o médico Ricardo Ayache acabou desistindo da eleição e resolveu voltar a comandar a Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores Estaduais).
Um flagrante desrespeito à legislação eleitoral é visto diariamente pelas ruas da Capital. Carros com adesivos de amigos do Antônio, do Tonho, do Tonico, do Toinho e de tantos outros passeiam livremente sem que seus condutores sintam o menor constrangimento.
Um representativo grupo da Capital aproveitou o domingão para dar um abraço simbólico no prédio do Ministério Público Estadual e exigir celeridade aos responsáveis pela investigação de empresários e políticos na Operação Coffe Break.
A tropa de choque da presidente Dilma Rousseff, mesmo sendo minoria, consegue fazer barulho. Ostentando a cor vermelha os defensores dilmistas continuam insistindo que ‘impeachment é golpe'
A campanha de 2014 corria solta, com Delcídio Amaral (PT), Reinaldo Azambuja (PSDB) e Nelsinho Trad (PMDB) pleiteando a principal cadeira do Parque dos Poderes
O mais novo integrante da Assembleia Legislativa deve esquentar pouca a confortável poltrona herdada de Barbosinha (PSB) nas sessões legislativas deste ano.
O ano de 2017 promete ser de grandes desafios aos novos prefeitos que assumirão seus mandatos. Isso porque o quadro econômico internacional desfavorável