Nas redes sociais, o deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) tem sido alvo frequente de internautas que repudiam sua aproximação demasiada com do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), considerado figura “non grata” devido a seu envolvimento em coisas nebulosas na política nacional.
Sou advogado, estou deputado e me coloco entre aqueles que veem extrema clareza na nossa Constituição Federal. Salvo, nos casos em que ela mesma remete à regulamentação posterior, tudo está claro e fica patente a vontade do legislador constituinte a partir de uma simples leitura da maioria dos seus dispositivos.
11/01/2016 10h18 - Atualizado em 11/01/2016 10h18Mesmo em crise, estados elevam impostos para recuperar finançasAssembleia gaúcha isolada por policiais da Brigada Militar: votação de...
Como é que um presídio pode ser classificado de ‘segurança máxima’ se um interno consegue serrar a grade, escalar o muro com várias tiras de lençol (teresa) e ganhar a liberdade?
Não é apenas a máscara com as características de seu rosto que lembrará o comportamento nebuloso de Delcídio do Amaral (PT-MS), nos bastidores políticos, no Carnaval deste ano.
A notícia de que o promotor de Justiça Marcos Alex Vera continuará à frente da coordenação do Gaeco (Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado) deixou alguns agentes políticos com uma pulga atrás da orelha, afinal, o relatório do homem sugere o indiciamento de 23 pessoas.
Sem a presença de Reinaldo Azambuja (PSDB) que pediu autorização da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul para se ausentar do Estado e até do País por um período de 15 dias
Além de comprometer a sua carreira política, o senador Delcídio do Amaral abalou a estrutura petista na instância estadual após a sua prisão decretada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) sob acusação de que tentou obstruir as investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal.
Olhares bem diferentes tiveram o juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, e os promotores da força-tarefa sobre a operação Lama Asfáltica
Terminou triste e em ruínas o cenário político nos planos nacional e estadual por conta do envolvimento de nossos representantes em escândalos de corrupção
Causou surpresa a celeridade da Justiça sobre o caso de pedofilia descoberto na Capital com a participação de políticos e empresários. Em menos de um ano após o fato vir à tona e os envolvidos já estão sentenciados.
O país caminha para um segundo impeachment após a era militar, iniciada com a eleição indireta de Tancredo Neves, que morreu antes da posse, e cujo mandato foi protagonizado pelo vice, José Sarney.
O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), não sabe se sai ou se fica diante do quadro de incerteza que ronda a sua administração desde que retornou ao cargo.
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul deve votar, provavelmente está semana, autorização para o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) se ausentar do País num período de 15 dias.
A relação de vereadores da Capital apontada em relatório do Gaeco sobre a investigação da Operação Coffee Break pode aumentar se alguma delação premiada foi negociada com a Justiça no meio do caminho
Mais uma farra com o dinheiro público é descoberta pelo Gaeco em Mato Grosso do Sul. E mais uma vez é em órgão que deveria fiscalizar sua aplicação e não se locupletar dele.
Brincar com fogo é, no mínimo, correr grande perigo de sair chamuscado. No entanto, tem gente não só brincando, mas o que é pior, desdenhando das investigações em terras sul-mato-grossenses
Só foi a Justiça Eleitoral anunciar a tal janela partidária para muita gente começar a bater em retirada de suas agremiações partidárias. Os casos mais recentes são da deputada estadual Mara Caseiro