09/03/2016 17h23 – Atualizado em 09/03/2016 17h23

Cortejado pelo alto tucanato, Geraldo Resende (PMDB) deve dizer ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB), até antes do dia 12, data da convenção nacional do PMDB, se vai disputar a prefeitura douradense pelo PSDB ou vai seguir as regras definidas pelas prévias de seu partido, sábado quando foi o indicado. Aliás, interlocutores palacianos já o advertiram que o cavalo só passa encilhado uma vez só.

INVESTIDA

Aliás, o supersecretário Sérgio de Paula (Casa Civil), além de aguardar a resposta de Geraldo Resende, tem dois trunfos pela frente: atrair para a bancada tucana na Assembleia Legislativa os deputados Felipe Orro e George Takimoto, ambos do PDT. A cúpula regional do PSDB também sonha com a adesão do democrata Zé Teixeira, que recentemente convidou o colega Barbosinha (PSB) para voltar ao seu partido.

EM BRANCO

Presidente municipal do PMB (Partido da Mulher Brasileira) de Campo Grande, Renata Rodrigues não deu sequer um alô, via redes sociais, para as correligionárias no Dia Internacional da Mulher, comemorado ontem, enquanto outras instituições celebraram a data histórica mundial. A Assembleia Legislativa, por exemplo, promoveu sessão solene para prestigiar a mulherada. O ato foi comandado pelas deputadas estaduais Mara Caseiro (PSDB), Grazielle Machado (PR) e Antonieta Amorim (PMDB).

EMPOLGADO

O ex-prefeito de Caarapó, Mateus Palma de Faria trocou o PR pelo PSDB de olho no terceiro mandato. Como não teve espaço no partido do cardeal Londres Machado (PR), se abrigou no ninho tucano para enfrentar o ex-companheiro Mário Valério (PR), em campanha pela reeleição. A amigos, confidenciou que os números de pesquisas (para consumo interno) lhes são favoráveis, mesmo sabendo que a campanha só começa em agosto.

OUTRO JEITO

O comentário nas rodinhas políticas de Brasília é que a oposição acredita muito mais na cassação do mandato da presidente Dilma pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), onde há um calhamaço de ações tramitando, do que pelo complexo processo de impeachment. Ainda assim, em reunião de coordenação política, a petista criticou o que chamou de tentativa de “cerco pesado” ao governo e avaliou o momento atual como “grave” e “difícil”.

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