19/11/2018 18h48

DADOS PREOCUPANTES

Dados da Secretaria Estadual de Saúde aponta como alta incidência os casos das cidades que registra 300 casos de dengue para cada 100 mil. A média no MS é de 175 casos para cada 100 mil habitantes.

 
Ricardo Ojeda

CASOS CONFIRMADOS

A estatística em Três Lagoas é muito preocupante. A cidade já registra 1.156 notificações da doença, o que corresponde a 1.054 casos para cada 100 mil habitantes. Desse total, 289 foram confirmados como positivos e 760 já descartados como negativos. Os restantes sete dos casos notificados como suspeitos ainda aguardam resultado de exames laboratoriais.

EM CAMPO

Após fortes chuvas que caíram sobre Três Lagoas, nesse feriado prolongado, equipes da SEINTRA entraram em campo para desfazer os estragos causados pela cidade.

PACIÊNCIA

Reclamação dos moradores é o que não falta, porém com um pouco de paciência tudo vai se ajeitando. Não se pode querer a volta da normalidade da noite para o dia. E vem mais chuva!

RIO URBANO

A rua Aldair Rosa de Oliveira, na circular da Lagoa Maior recebe todo volume água dos bairros próximos, transformando rapidamente a via em um rio muito caudaloso, deságua na lagoa. As enxurradas formam nos bairros localizados próximos à região da Santa Luzia.

PADRE ESCALDADO

Até o padre da paróquia Santa Luzia está escaldado. Na missa de domingo, já escaldado aconselhou os fiéis para que aguardassem uns "20 minutinhos" após a chuva passar, para não pegar o alagamento da circular da lagoa. Quem não obedeceu ao conselho do representante de Deus, passou susto.

ENCONTRO DE SETE GALOS

Falando em lagoa, deu o que falar a presença de um grupo de motociclistas que vieram de várias regiões do Brasil para em encontro de "Sete Galos", nesse final de semana em Três Lagoas.

FOTO OFICIAL

O grupo foi até a Lagoa Maior para registrar uma foto oficial. Ocorre que alguns deles subiram com suas pesadas 750 cilindradas na pista de caminhada e isso causou uma polêmica danada.

MAL ENTENDIDO

De acordo com Toniel Fernandes, secretário de Meio Ambiente, ao serem avisados da proibição, eles imediatamente retiraram as motos da pista. "Tudo foi um mal entendido", resumiu o secretário.

FORÇA TAREFA

Quando estava em campanha, Bolsonaro ao visitar Presidente Prudente disse ao titular do Caldeirão que via com muita preocupação aos mais de 1.500 quilômetros de fronteira seca no estado. Na ocasião falou que caso fosse eleito iria criar uma força-tarefa para fiscalizar a fronteira de MS com Paraguai e Bolívia.

HOMEM DE PALAVRA

Inclusive, durante a entrevista ele teceu elogios ao DOF – Departamento de Operações de Fronteira, pela forma de atuação, responsável por uma estatística elogiável de apreensão de veículos roubados, drogas e armamentos. Após eleito, Bolsonaro mantém a idéia quando é indagado sobre o tema.

ACABOU A MAMATA

A mamata de alguns servidores de órgãos estaduais está com os dias contados. Em reunião ocorrida na semana passada, durante o Fórum dos Governadores (eleitos e reeleitos) foi apresentada uma proposta para mudança na legislação.

LRF

Essa mudança, caso seja aceita pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro permitirá a demissão de servidores públicos. Essa será uma maneira dos estados cumprirem os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

FIM DA ESTABILIDADE

Tal medida proposta deve-se à crise financeira dos estados, que por não cumprirem a LRF podem ficar sem recursos federais. Atualmente a Constituição prevê a garantia de estabilidade do servidor contratado por concurso e sua demissão apenas por decisão judicial, em extrema situação.

MEDIDA SIMPÁTICA

Segundo consta, o presidente eleito vê com grande simpatia a medida. Ele não compactua com servidores que gostam de enrolar no serviço. É claro, essa medida ainda tem que ser muito debatida para ser aprovada. A folga vai acabar!

MÉDICOS CUBANOS

Ainda sobre a polêmica dos médicos cubanos, o jornalista Claudio Humberto, titular da coluna que lava seu nome disse que a decisão da ditadura cubana de retirar seus médicos do Brasil, até o fim do ano, provocou uma corrida de pedidos de asilo e recebimento integral dos R$11.540 pagos pelo governo brasileiro. A ditadura confisca mais de dois terços do valor, deixando aos médicos apenas com R$3 mil. E ainda os proibiu de trazerem suas famílias, mantidas em Cuba como reféns. O presidente eleito Jair Bolsonaro, por razões humanitárias, está disposto a acolher os cubanos que solicitarem asilo.

ASILO POLÍTICO

Por conta disso, o governo não divulga números da corrida por asilo político, a fim de evitar perseguição de espiões cubanos que os vigiam no Brasil. Os médicos em geral estão satisfeitos no Brasil e não querem retornar à vida de privações, sobretudo de liberdade, sob a ditadura. Há um ano, quando não se falava em cancelar o acordo, 180 cubanos pediram asilo e salário integral. Em dezembro, passavam de 300, publicou o jornalista.

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