21/08/2018 07h26

Amigável

 
Willams Araújo

Amigável

MDB e PSDB devem ir para o confronto das urnas em Mato Grosso do Sul sem ataques mútuos, ou seja, preservando a integridade de seus candidatos – Júnior Mochi (MDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB). "Quem conhece meu perfil sabe: vamos fazer uma campanha de alto nível, propositiva. Não vamos perder tempo denegrindo nossos adversários. Vamos falar o que vamos fazer, como, com qual recuso e de que forma. É isso que a população quer saber", declarou o emedebista. Postura diferente se o adversário do líder tucano fosse André Puccinelli.

Arame farpado

Desgastado por conta de sua forte ligação com os governos petistas, Ciro Gomes (PDT) aterrissa no Aeroporto Internacional de Campo Grande nesta quinta-feira (23) para pedir votos para sua campanha ao Palácio do Planalto e para o juiz aposentado Odilon de Oliveira, ao Parque dos Poderes. Aliás, o ex-magistrado anda precisando de uma mãozinha em sua caminhada porque, por aqui, o brizolismo de Dagoberto Nogueira e João Leite Schimidt nunca teve tão em baixa.

Pendenga

Prefeitos de todo país deram início a nova ofensiva visando à liberação de recursos oriundos dos royalties do petróleo, desta vez se mobilizando por meio de um abaixo-assinado online encabeçado pela CNM (Confederação Nacional de Municípios), que já contabiliza mais de 75 mil assinaturas.

Veto

Desde 2013, os prefeitos aguardam uma decisão definitiva do STF sobre a redistribuição dos recursos prevista na Lei 12.734/2012, suspensa pela Corte. A legislação foi aprovada pelo Congresso ao final de 2012, após pressão. As mudanças promovidas pelo Parlamento nas regras foram vetadas pela presidente Dilma Rousseff. Entretanto, os gestores não se conformaram com a decisão e, por meio de mobilizações regionais e em Brasília garantiram, em março de 2013, a derrubada do veto pelo Congresso.

Calote

Também em março, o STF concedeu liminar suspendendo os efeitos da legislação. Desde então, o movimento municipalista tem pressionado para que a Corte aprecie a matéria. As 79 prefeituras de Mato Grosso do Sul, por exemplo, deixaram de receber R$ 326,921 milhões de um total de R$ 19,8 bilhões a que todos os municípios brasileiros têm direito em royalties da exploração do petróleo nos últimos cinco anos por causa de liminar do STF, que suspendeu a eficácia da Lei 12.734/2012.

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