04/04/2017 07h48

BARATA TONTA

 

De olho nas pesquisas e apreensivos com as mudanças que podem vir na nova reforma eleitoral, políticos de todos os partidos andam meio perdidos com relação às eleições de 2018. Além desses fatos, alguns deles ainda têm pela frente o desgaste das suas respectivas siglas, como o PT, PMDB, PP, entre outros. Eles sabem que uma renovação virá, só não fazem ideia de como e nem o tamanho da vontade do eleitor de promover essa mudança. Dizem que vai sobrar para muita gente boa.

DESIDRATADO

Mesmo com o PT correndo sério risco de não eleger ninguém nas próximas eleições, a briga pelo comando da sigla está sendo disputada à tapa. Entretanto, uma debandada entre aqueles que exercem mandato não está totalmente descartada, pois esta seria uma tentativa de sobrevivência no poder. Para se ter uma ideia do tamanho da rejeição, o partido não elegeu nenhum prefeito no pleito passado, numa demonstração de que a sigla pode estar chegando ao fim.

BEM NA FITA

Com o poder na mão e respeitado por sua atuação séria e transparente frente ao governo, Reinaldo Azambuja (PSDB) pode arrastar muita gente para caminhar com ele rumo à eleição de 2018. Entre os que podem apoiá-lo está o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), que já inclusive declarou apreço ao tucano. Claro que se isso acontecer será por meio de contrapartida.

FACÃO

Os municípios de MS vão perder importantes recursos a partir do contingenciamento de R$ 42,1 bilhões anunciado na última sexta-feira (31) pelo presidente Michel Temer (PMDB-SP), dos quais, R$ 2,3 bilhões como parte das emendas individuais apresentadas pela bancada federal ao Orçamento da União. O número, equivalente a 26,4% das emendas de execução obrigatória, preocupa os prefeitos sul-mato-grossenses, segundo o presidente da Assomasul, Pedro Caravina (PSDB).

VIA SACRA

Os cortes, segundo o dirigente da entidade municipalista, ocorrem depois de muitas idas e vindas dos prefeitos a Brasília e do esforço da representatividade do Estado no Congresso Nacional em buscar de recursos para os municípios. Com o bloqueio, os parlamentares terão à disposição para execução, conforme uma programação definida pelo Executivo, R$ 6,4 bilhões, o que dá aproximadamente R$ 10,8 milhões por congressista (513 deputados e 81 senadores).

Envie seu Comentário