07/08/2018 09h16

Bora!

 
Willams Araújo

Bora!

Meio que ressabiada sobre o que poderá acontecer nas urnas, a turma do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) faz uma campanha dos diabos pelo voto consciente, ou seja, convoca o eleitor a comparecer as seções eleitorais no dia 7 de outubro. Teme altos índices de abstenção nas eleições deste ano devido a um cenário desfavorável, onde a classe política enfrenta um dos piores desgastes da história por conta das denúncias de corrupção. Nesse caso, qualquer semelhança é mera coincidência!

Ausência

Em campanha por uma das vagas do Senado, Zeca do PT agora que não terá tempo mesmo para visitar Lula, preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Mas, certamente, usará à exaustão o nome do seu amigo do peito na hora de pedir votos. O deputado chegou a classificar de arrogante a decisão do juiz Sérgio Moro de mandar o homem para uma sala de 15 metros quadrados transformada em cadeia.

Conforto

Aliás, Lula vive em um espaço sem luxos, mas com pequenos confortos exclusivos para o ex-presidente. A porta de madeira fica sempre destrancada. Para quem entra por ela, a primeira visão é a da cama, com travesseiro e lençol brancos e um cobertor azul. Ao lado, quatro cadeiras circundam uma mesa redonda com livros empilhados, folhas de anotações, caneta e alguns alimentos. Fixada à parede, há uma TV de plasma que transmite apenas os canais abertos.

Doido varrido

Em recente entrevista à FM Capital, Zeca do PT recordou sua época de desafios, desde quando foi office boy na prefeitura de Porto Murtinho, passando por vários cargos eletivos, como deputado estadual e federal. Revelou que durante uma pescaria com Lula no Estado o ex-presidente o chamou de louco quando ele disse que iria disputar o governo de MS devido à liderança do então governador Pedro Pedrossian.

Recorde

As convenções partidárias confirmaram 13 candidatos à Presidência da República – o segundo maior número desde 1989, quando foram 22 concorrentes, já que o comunicador Silvio Santos teve a candidatura impugnada. Neste período, somente o PSDB e o PT disputaram todas as eleições presidenciais com candidatos próprios.

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