31/03/2017 08h18

DOR DE CABEÇA

 

Meio que apagado como representante de MS no Congresso, o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT-MS) voltou a ter dor de cabeça depois de – digamos assim – ter escapado de ação judicial no passado não muito distante. Desta vez, foi condenado pela Justiça a pagar multa de R$ 5,8 milhões porque teria feito propaganda irregular. A decisão é do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

SEM COMUNICAÇÃO

Apesar do tremendo abacaxi que terá de descascar, a assessoria do deputado brizolista jura na cruz que ele ainda não foi notificado. O processo começou em 2006, quando Dagoberto disputou a prefeitura de Campo Grande. Nesse período, ele ocupava um cargo no governo de Mato Grosso do Sul e teria se beneficiado de propaganda institucional para se promover. O MPE-MS (Ministério Público Estadual), autor da ação, já foi comunicado da decisão.

NO FORNO

Fonte com informações de bastidores garantiu ontem que o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) vai, enfim, lançar um grande pacote de obras com benefício para todos os municípios de Mato Grosso do Sul. Houve atraso, é verdade, mas em compensação o volume das ações vai compensar a demora na finalização do projeto. É possível até que venha acompanhado da segunda fase da Caravana da Saúde, que já beneficiou milhares de pessoas da Capital e do interior.

OVO QUENTE

Os ministros do TSE têm uma decisão difícil pela frente: a de concordar ou discordar do relator do processo que pede a cassação da chapa Dilma/Temer. Caso a maioria opte por cassar, três decisões podem ocorrer: convocação de nova eleição, manter Temer sob o pretexto de causar menos estragos à economia do país ou, ainda, a mais natural delas: a de entregar a presidência ao primeiro da linha sucessória, que nesse caso é Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Câmara.

BALAIO DE GATO

Ao se optar pela terceira hipótese, outro grave problema esbarra na lei. Como é de conhecimento geral, os dois nomes da linha sucessória são os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB) respectivamente. Ambos, porém, são investigados pelo Supremo Tribunal Federal por corrupção. Nesse caso, não poderiam tomar posse. Sobraria então para o terceiro da linha sucessória, que neste caso é atual presidente da Suprema Corte, Carmen Lúcia.

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