16/08/2018 08h27

Pé na tábua

 
Willams Araújo

Pé na tábua

A partir desta quinta-feira (16), a campanha eleitoral pode ganhar às ruas oficialmente, sem a necessidade das reuniões clandestinas que alguns candidatos vinham fazendo desde as convenções de seus partidos. Disputam o governo de MS Reinaldo Azambuja (PSDB), Odilon de Oliveira (PDT), Junior Mochi (MDB), Humberto Amaducci (PT), João Alfredo Danieze (PSOL) e Marcelo Bluma (PV). Daqui pra frente é salve-se quem puder.

De olho

Pelo calendário eleitoral, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tem até o dia 17 de setembro para julgar os pedidos de registro de candidaturas. Esse também é o prazo final para que os partidos substituam nomes nas chapas, exceto em caso de morte de candidato. A expectativa é que o cenário seja mantido em MS, a não ser que o MDB volte a trocar de candidato caso o ex-governador André Puccinelli ganhe liberdade em tempo e queira participar do pleito.

Vazio

Os deputados estaduais vão tentar conciliar os trabalhos legislativos com a campanha eleitoral. Como a maioria tem base no interior do Estado, certamente as sessões deverão ficar vazias ao longo do período da campanha, que este ano será de 45 dias. O próprio presidente da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, Júnior Mochi (MDB), terá de percorrer todo o Estado, uma vez que é candidato ao governo.

Magnata

Preso por corrupção, Lula está entre os quatro candidatos mais ricos ao Planalto. O patrimônio dele informado no inventário é superior ao de Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT), Álvaro Dias (Podemos), Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) somados. Declarou patrimônio de R$ 12,3 milhões no plano de partilha do inventário de Marisa Letícia.

Vá de retro

Só o plano de previdência do presidiário Lula soma mais de R$ 9 milhões, dinheiro que saiu do bolo de R$ 27 milhões embolsados por ele com supostas palestras. Para sorte de todos, o amigo do peito de Zeca do PT está inelegível por ter sido condenado por um colegiado. Estou morrendo de dó de dele!

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