02/08/2018 08h47

Revés

 
Willams Araújo

Revés

Não se sabe por que cargas d’água, mas as decisões eleitorais sempre são tomadas em períodos pre-eleitorais, deixando muita gente de saia justa. Um dos exemplos foi à decisão do desembargador Sérgio Fernandes Martins, que suspendeu os direitos políticos e tornou inelegível o deputado federal Zeca do PT. Isso depois de o petista começar a pedir votos para o Senado. Vá entender!

Recurso

A decisão judicial resulta de processo em que o Zeca do PT é acusado de improbidade administrativa e desvio de dinheiro público na chamada "farra da publicidade", durante o seu mandado como governador de Mato Grosso do Sul. O advogado Newley Amarilla, de quem o deputado é cliente, avisou que vai recorrer ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral).

Troca

Mais perdido do que cego em tiroteio, o comando da campanha do juiz aposentado Odilon de Oliveira (PDT) decidiu as pressas trocar o candidato a vice na chapa majoritária encabeçada pelo neobrizolista. Sacou o empresário Herbert Assunção pela radialista Keliana Fernandes, de Dourados, considerada também de baixa densidade eleitoral. Em 2012, teve apenas 33 mil votos nas eleições municipais.

Deu ruim

Enquanto a defesa de André Puccinelli (MDB) e os principais líderes emedebistas insinuam que houve armação na prisão do correligionário, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se posicionou contrária ao habeas corpus que está no STF (Supremo Tribunal Federal), em favor do ex-governador, do filho, André Puccinelli Júnior, e do advogado João Paulo Calves.

Gravidade

Na manifestação endereçada ao relator do caso, o ministro Dias Toffoli, Dodge destaca que decidiu contra a soltura dos envolvidos por conta da gravidade do caso. Ela entende que uma sumula vinculante do STF, determina que neste tipo de processo, não pode ser concedido uma liminar antes do julgamento do mérito.

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