21/11/2018 13h21

Redação

Os deputados estaduais acreditam que com Luiz Henrique Mandetta (DEM) no Ministério da Saúde, haverá mais recursos para Mato Grosso do Sul, neste setor. Eles disseram que os hospitais públicos e entidades beneficentes como a Santa Casa, precisam de uma “olhar diferenciado” em Brasília.

“É muito bom termos o ministro da Saúde, porque ao menos teremos um canal de conversa e alguém que podemos cobrar”, disse Cabo Almi (PT). Ele acredita que o atual deputado federal terá a missão de diminuir o “caos na saúde” que existe em todo Brasil.

Para Márcio Fernandes (MDB) além de enviar mais recursos (saúde) ao Estado, Mandetta sempre foi um “quadro competente e qualificado” na área da saúde. “Excelente nome que vai representar bem Mato Grosso do Sul”. Renato Câmara (MDB) cita que o futuro ministro conhece as “limitações” e prioridades locais, diferentes dos antecessores.

Já Paulo Siufi (MDB), que é primo de Mandetta, disse que o democrata tem experiência não apenas no poder público, como na iniciativa privada. “Ele foi presidente da Unimed, secretário municipal de Saúde e participou da intervenção na Santa Casa, está preparado para missão”. Também entende que terá um “olhar especial” a Mato Grosso do Sul.

Cenário político – Lídio Lopes (Patri) avaliou o cenário político, onde Mato Grosso do Sul já tem dois ministro na gestão de Jair Bolsonaro (PSL). “São bons quatros que colocam o Estado em destaque, mesmo não tendo representação a nível nacional, em relação a população e eleitores. Mostra que Bolsonaro está olhando para os quadros e não siglas partidárias”.

Mandetta foi anunciado ontem (21), durante reunião em Brasília, como ministro da Saúde no governo de Jair Bolsonaro (PSL). Além da boa relação com o presidente eleito, o deputado federal de Mato Grosso do Sul já tinha participado da elaboração do plano de governo do então candidato.

(*) Campo Grande News

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