15/10/2003 15h06 – Atualizado em 15/10/2003 15h06

Nos primeiros nove meses de 2003, a Sesau (Secretaria de Saúde do Município) visitou 23.092 imóveis para aplicar o inseticida cipermetrina, utilizado no combate a leishmaniose em Campo Grande. No mesmo período, o Centro de Controle de Zoonoses efetuou coleta de material para exame laboratorial em 1.065 cães, dos quais 502 apresentaram resultado positivo. O serviço de recolhimento de animais do CCZ tirou das ruas, neste período, 233 cachorros, uma ação que impede a proliferação da doença na cidade.

De acordo com o diretor do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Francisco Gonçalves de Carvalho, ainda há muita resistência da população em entregar os cães infectados. “Muitos donos de cães, com pena, acabam levando-os para clínicas veterinárias particulares em busca de tratamento, permitindo assim o reservatório da doença, colocando em risco a vida de outros animais e de humanos”, explicou.

Todos os casos suspeitos da doença podem ser encaminhados a qualquer unidade básica de saúde, já que todos os postos estão aptos a diagnosticar o problema. Caso seja necessário, o doente é levado ao Centro de Doenças Infecto-parasitarias, no bairro Nova Bahia, onde poderá ficar internado e, caso precise de internação integral, será encaminhado ao Hospital Universitário, à Santa Casa ou ao Hospital Regional.

Fonte:Campo Grande News

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