Williams Araújo

PUNIÇÃO

O candidato do PP ao Senado, Alcides Bernal, foi apenado pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) por invadir o espaço dedicado a outras candidaturas do partido. Com isso, fica reduzida sua aparição no horário eleitoral de rádio e TV e pode gerar consequencias mais sérias caso ele volte a desobedecer o que determina a lei.

Meio aos ‘trancos e barrancos’, o progressista vai tocando sua campanha sendo observado atentamente por todos, inclusive pela Justiça.

AMEAÇA

Quer queira, quer não, Bernal é uma pedra no sapato da candidata peemedebista, Simone Tebet. Por essa razão, há forte corrente torcendo por sua derrocada diante da Justiça Eleitoral. Tudo porque, nas pesquisas de intenções de voto ao Senado, ele aparece na cola da concorrente.

Tal fenômeno não tem explicação, pois teve fraco desempenho diante da administração da Capital e ainda foi defenestrado do cargo pela Câmara.

DIVIDIDO

A maior curiosidade dos analistas é sobre o comportamento do governador André Puccinelli (PMDB) diante da possível vinda da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula a Mato Grosso do Sul. Cabo eleitoral declarado da petista, a quem prometeu um ‘palanquinho’, terá dificuldade para agradar a ‘fada madrinha’ e também aos candidatos do seu partido por aqui.

Um bambolê para aprimorar o jogo de cintura será bem vindo.

CONCORRÊNCIA

Alguns candidatos a deputado estadual, cujas bases fortes são o interior, aparecem muito mais na Capital que os próprios concorrentes locais. Esse fenômeno pode ser visto com facilidade. Basta, para isso, dar uma circulada pelas principais ruas e avenidas nos horário de pico ou mesmo nos fins de semana.

Os da casa, se não abrirem os olhos, serão engolidos nas urnas.

SERENO

Os deputados estaduais que desistiram de disputar a reeleição devem estar contando o tempo para começar a limpar as gavetas. Com pouca coisa para ser votada até o fim do ano por causa da eleição, vão deixar o tempo correr para dar um tchauzinho ao Parque dos Poderes. Dos 24 parlamentares, apenas 18 tentam se assegurar no cargo.

Mas, para isso, vão precisar convencer o eleitor de que são merecedores de mais quatro anos. Senão, pijama neles.

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