Williams Araújo

BEDELHO

Tem gente em assessoria de comunicação de candidato se achando mais realista que o próprio Rei. Se colocando na qualidade de censora, a pessoa em questão ainda ousou criticar a postura editorial do veículo ao questionar matéria genérica sobre pesquisa eleitoral, embasada em números de instituto de pesquisa confiável.

Diante da crítica, improcedente na visão da coluna, o espaço continua à disposição para a divulgação da pesquisa cujo resultado difere do nosso.

HISTÓRICO

A ascensão de Marina Silva (PSB) na pesquisa rumo ao Palácio do Planalto não assusta somente seus concorrentes diretos. Por aqui, o pessoal enxerga essa subida na preferência do eleitor como um verdadeiro fenômeno eleitoral nunca antes visto na história do país.

O presidente da Assembleia Legislativa, Jerson Domingos (PMDB), dilmista por opção, não acredita que esse sucesso da socialista vá interferir na disputa em MS. Seu voto continua em Dilma.

OUTRO FOCO

Jerson Domingos já não dá tanta ênfase à questão de sua ida para o Tribunal de Contas. Convicto da vitória do petista Delcídio Amaral, a quem apoia de corpo e alma, pode estar pensando em assumir um cargo no Executivo e indicar outro nome para a vaga a ser aberta ainda este ano com a aposentadoria de Cícero de Souza.

Pode ser que o republicano Antônio Carlos Arroyo seja o escolhido da vez. Por enquanto, tudo continua na base da especulação.

COTADO

O cardeal Londres Machado (PR) é outro nome que deve figurar na lista de possíveis secretários caso Delcídio do Amaral realmente vença a disputa. Com experiência de 11 mandatos consecutivos, várias vezes presidente do Poder Legislativo, além de mais um período à frente da Casa Civil na gestão de Marcelo Miranda Soares, o credenciam a desenvolver um grande trabalho.

Até lá, no entanto, muita água ainda vai passar por debaixo da ponte.

UNGIDOS

Se forem reeleitos, Mochi Júnior (PMDB) e Zé Teixeira (DEM) têm grandes chances de conduzir a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. Ambos foram citados pelo atual presidente como experientes e em condições de assumir o comando daquela Casa de Leis.

Jerson, como todos sabem, desistiu de sua candidatura à reeleição, se licenciou do partido ao qual pertence e entrou de corpo e alma na campanha eleitoral. Seu desejo é que sua vaga seja bem ocupada.

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