05/10/2013 08h12 – Atualizado em 05/10/2013 08h12

‘CPI é fundamental para esclarecer problemas na saúde de MS’, diz diretor do HU/UFGD

O diretor-geral do Hospital Universitário da UFGD (professor doutor Wedson Desidério Fernandes, avalia como muito importante o trabalho da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul

Da Redação

O diretor-geral do Hospital Universitário da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), professor doutor Wedson Desidério Fernandes, avalia como muito importante o trabalho desempenhado pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Segundo ele, os trabalhos da comissão são fundamentais para esclarecer a situação da saúde pública no Estado. Esta semana, o diretor foi ouvido pela CPI da Saúde com o objetivo de contribuir com informações sobre a gestão do hospital e as políticas de atendimento à população. “O trabalho desta comissão é fundamental e tivemos o prazer de contribuir com esclarecimentos sobre o Hospital Universitário”, disse o diretor.

Segundo ele, a oitiva realizada na tarde de segunda-feira (30/09) na AL em Campo Grande, foi bastante tranqüila. Aos deputados membros da comissão, o diretor foi questionado sobre diversos assuntos relacionados à gestão do HU/UFGD, como a contratualização com o município, cumprimento de metas de atendimento, descontos executados pelo gestor no pagamento do contrato e a adesão à Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares). “Sempre fomos muito transparentes quanto às informações relacionadas ao Hospital. Além disso, passamos por um número muito grande de auditorias internas e externas durante o ano todo”, avaliou Desidério.

Uma das questões abordadas pela Comissão de Saúde foi com relação ao cumprimento das metas estabelecidas no contrato com o município, situação em que o diretor esclareceu também sobre diversos serviços que são executados pelo hospital sem financiamento. Entre eles, estão o PAC (Pronto Atendimento Clínico), PAP (Pronto Atendimento Pediátrico) e os leitos de HIV/Aids.

À CPI, o diretor explicou que uma das grandes dificuldades enfrentadas pelo hospital está no encaminhamento incorreto, por parte de outras unidades de saúde, para atendimento de especialidades inexistentes no HU, como politrauma e neurocirurgia. Nestes casos, por exemplo, o hospital de referência deve ser o Hospital da Vida, e não o HU/UFGD.

O diretor falou, ainda, sobre o projeto de implantação do serviço de hemodiálise e o processo de adesão à Ebserh, que deve resultar em maior fluxo de recursos e reestruturação no modelo de gestão do hospital.

(*)Com informações de Assessoria de Comunicação

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