03/06/2015 09h00 – Atualizado em 03/06/2015 09h00

DESTAGADOS

Os partidos que pensam em lançar candidatura própria à prefeitura da Capital nas eleições do ano que vem devem se valer de pesquisas de intenção de voto para avaliar o desempenho de seus candidatos. Alguns, no entanto, vão precisar ir mais além: avaliar também o desgaste da própria legenda por conta de denúncias de corrupção que não saem das páginas dos jornais. Legendas que tiverem bons nomes e bem longe de escândalos devem levar grande vantagem sobre os demais.

SILÊNCIO

As investigações sobre uma rede de pedofilia que agia em Campo Grande, e que já causou prisões e renúncia de vereador, continuam debaixo do maior quieto. Num acordo com a justiça, o acusado de ser o mentor do esquema teve o pedido de delação premiada aceito em troca da revelação de pelo menos mais dez nomes de políticos envolvidos com menores. Até agora, no entanto, tudo está somente no campo das especulações e nada mais. O que se espera é que, a qualquer momento, isso venha à tona.

DE VOLTA

Segundo fonte segura, o vereador José Chadid, atualmente sem partido, está prestes a voltar ao ninho tucano. Ele deixou o PSDB após ser ameaçado de expulsão por desobedecer ordens do partido, que queria vê-lo fora da gestão do então prefeito Alcides Bernal (PP), onde ele exercia o cargo de secretário de Educação. Com os ânimos serenados após a vitória de Reinaldo Azambuja ao governo, tudo pode mudar. Agora, só depende de boa vontade de ambos os lados para que a paz seja selada.

EM VOTAÇÃO

Os suplentes de senadores poderão ser escolhidos por meio das urnas, assim como os titulares. Pelo menos é o que está previsto na emenda constitucional 18/2015. Ela deve ser votada nesta quarta-feira, pela CCJ do Senado. Se aprovada, acabaria com a lambança que virou aqui mesmo em MS, quando a então senadora Marisa Serrano (PSDB) negociou politicamente o cargo para assumir vaga no TCE-MS, deixando a vaga para o suplente Antônio Russo (PR), mas quem usufruiu foi o segundo suplente Ruben Figueiró (PSDB).

A PEC

De acordo com a PEC, o primeiro suplente de senador será o candidato mais votado não eleito no pleito, e o segundo suplente, o candidato mais votado subsequente. No caso de eleições para renovação de dois terços do Senado – quando vota-se em dois senadores no mesmo pleito -, o terceiro e o quarto candidatos mais votados serão o primeiro e o segundo suplentes.

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