27/04/2016 09h56 – Atualizado em 27/04/2016 09h56

Diretores da Fiems conhecem novas condições de financiamento do FCO e FDCO

Com o FCO Empresarial oferecendo taxa de juros de 9,5% ao ano, com teto de R$ 20 milhões, e o FDCO com piso de financiamento de R$ 30 milhões, são opções de crédito para os empresários sul-mato-grossenses

Assessoria

Taxas de juros razoáveis diante do cenário de crise econômica e a possibilidade de crédito para projetos que visem à geração de energia foram os principais aspectos apontados pelos diretores da Fiems que participaram da apresentação das novas condições de financiamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). São voltados aos médios e grandes empresários de Mato Grosso do Sul realizada ontem (26/04), no Centro de Convenções Rubens Gil de Camilo, pela Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).

Para a representante da Fiems junto ao Conselho do FCO, Cláudia Pinedo Zottos Volpini, com o FCO Empresarial oferecendo taxa de juros de 9,5% ao ano, com teto de R$ 20 milhões, e o FDCO com piso de financiamento de R$ 30 milhões, são duas boas opções de crédito para os empresários sul-mato-grossenses. “O FDCO é uma excelente oportunidade para grandes investidores da área de infraestrutura. Já o FCO trouxe como novidade a abertura para projetos na área de geração de energia”, declarou a 1ª secretária da Fiems.

O 1º vice-presidente da Fiems, Alonso Resende do Nascimento, também destacou esses mesmos pontos como os mais atrativos para o empresariado local. “As taxas estão razoáveis diante do cenário atual e os recursos do FCO e FDCO estão disponíveis, portanto, o setor industrial não pode deixar de aproveitar essa oportunidade”, acrescentou. Já para o diretor da Fiems, Nilvo Della Senta, os recursos são opções para quem quer investir. “Diante das dificuldades de se conseguir financiamento, esses são os juros mais razoáveis”, analisou.

APRESENTAÇÃO

Para o superintendente da Sudeco, Cleber Ávila, diante do cenário econômico, é importante cada vez mais a aproximação do empresário. “Esse tipo de ocasião quebra paradigmas e diminui as distâncias entre os recursos que dispomos e o setor produtivo. Além disso, precisamos ampliar o desempenho econômico da Região Centro-Oeste, uma das únicas que ainda mantém a balança comercial razoável”, disse.

Ele acrescentou ainda que tanto o FCO quanto o FDCO sofreram mudanças, mas mantiveram as taxas de juros em patamares razoáveis. A apresentação sobre as condições para obtenção de financiamento de cada Fundo foi feita pelo coordenador-geral de gestão de fundos e promoção de investimentos da Sudeco, Agrício Braga, que destacou que o FDCO é um produto relativamente novo, regulamentado em agosto de 2013 e que começou a operar em 2014, sendo que para acessá-lo é preciso iniciar com consulta prévia passando pela Sudeco.

“Se for aderente ao Fundo terá um termo de enquadramento e com esse documento o empresário deverá procurar a instituição financeira”, disse Agrício Braga, informando que no caso de Mato Grosso do Sul as instituições financeiras oficiais federais são a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.

(*) FIEMS

Diretores da Fiems que participaram da apresentação das novas condições de financiamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). (Foto: Assessoria)

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