09/01/2013 16h29 – Atualizado em 09/01/2013 16h29

Duas crianças são abusadas sexualmente em Chapadão do Sul. Acusado é um rapaz de 15 anos

As iniciais com os nomes dos menores são fictícios em cumprimento do ECA

Da Redação

A denúncia de abuso sexual contra um menino de apenas 9 anos mobilizou uma guarnição composta pelo cabo Adriano e o soldado Anderson na tarde desta terça-feira, em Chapadão do Sul. Foram eles que participaram das diligências desencadeadas com o objetivo de apreender um adolescente de 15 anos, acusado de molestar o garoto. O alerta foi dado pela própria mãe de J.T.Z., moradora na rua P-15, Bairro Esplanada. Antes que o rapaz fosse detido outra mulher, mãe de um menino de 8 anos, também acusou o jovem de ter assediado sexualmente seu filho. As duas mães, a vítima, o acusado e seu pai foram encaminhados à Delegacia de Polícia.

J.T.Z. pedalava sua bicicleta pela rua P-15 quando foi chamado por P.E.T. para brincar de vídeo game. Ao entrar na casa a porta foi imediatamente fechada e sua roupa tirada. Para sorte de J.T.Z. o vizinho percebeu o movimento e comunicou o fato à mãe da criança. Foi ela quem acionou a Polícia Militar pelo telefone de emergência (190). Através da narrativa entre os PMs e a mãe ficou subentendido que não houve penetração, embora o ato tenha sido tentado.

Enquanto os PMs Adriano e Anderson conversavam com a responsável pela criança e o jovem surgiu outra acusação de abuso sexual contra o mesmo adolescente. A mãe de um menino de apenas 8 anos confirmou que o filho foi levado para o local de uma obra e também teve as roupas tiradas e submetidas a atos libidinosos praticados pelo mesmo rapaz. Como menores era protagonistas e vítimas a ocorrência foi acompanhada por conselheiros tutelares de Chapadão do Sul.

Nem mesmo a rotina de convivência com perigos extremos deixou de mexer com os brios dos militares. Crianças vítimas de abuso sexual sempre causa repulsa. O pai do rapaz de 15 anos foi localizado e se dirigiu ao quartel da PM para acompanhar o filho. Todos foram conduzidos à delegacia de Polícia para os procedimentos de praxe. As iniciais com os nomes dos menores são fictícios em cumprimento do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente)

(*) Com informações de chapadensenews.com.br

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