Cerimônia aconteceu ontem com a presença do Ministro de Infraestrutura Tarcísio de Freitas

A Eldorado Brasil e a Bracell assinaram ontem, 16, os contratos de outorga das áreas obtidas em leilão no Porto de Santos.

Os terminais renderam R$ 505 milhões em outorgas ao Governo Federal por um contrato de 25 anos de duração.

A Eldorado Brasil arrematou o terminal STS14 com o lance de R$ 250 milhões – e promete investir mais R$ 250 milhões para construção e início de operações do espaço. Já o terminal STS14A foi arrematado pelo grupo Bracell Celulose por R$ 255 milhões.

O Ministro de Infraestrutura Tarcísio de Freitas participou da cerimônia e celebrou as assinaturas. “Esses dois contratos são muito especiais. São frutos do primeiro leilão que fizemos após o início da pandemia. O que estamos celebrando é a confiança no Brasil e temos que confiar e acreditar no nosso país”, disse.

“A decisão da Eldorado de realizar esse investimento é uma sinalização forte das nossas perspectivas de crescimento pelos próximos anos. Temos no mercado externo a maior concentração dos nossos clientes, o que torna a eficiência logística um pilar do nosso negócio. Com essa área, vamos consolidar essa vantagem”, avalia Aguinaldo Gomes Ramos Filho, presidente da Eldorado Brasil. Além de um novo armazém, o novo berço será conectado à malha ferroviária, permitindo a chegada de trens com celulose até a zona portuária.

A melhora das condições logísticas está ligada aos planos da companhia de lançar uma segunda linha de produção de celulose. Hoje, a empresa mantém uma fábrica em Três Lagoas, com capacidade para produzir 1,8 milhão de toneladas por ano.

Atualmente, os fardos de celulose produzidos pela Eldorado Brasil chegam pela malha rodoviária ao terminal Rishis. Com a nova operação, tanto os caminhões quanto os trens a serviço da companhia estacionarão já próximos ao berço, facilitando o processo logístico.

“A partir do novo terminal, a Eldorado garante a competitividade logística que consolida sua reconhecida eficiência industrial e produtividade florestal. Trata-se de um marco fundamental que mobilizará investimentos de curto, médio e longo prazo, com geração de empregos e desenvolvimento econômico”, afirma Rodrigo Libaber, diretor comercial, de logística e de relações com investidores da Eldorado Brasil.

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