A empresa preservou empregos, através do movimento “Não Demita”, destinou R$ 50 milhões em doações aos municípios e entidades, antecipou a primeira parcela do 13º salário aos colaboradores, além de apoiar costureiras, artesões e pequenos produtores rurais de cada região

Em meio à pandemia, a empresa manteve sua operação para abastecer a população com produtos essenciais, preservou empregos e apoiou com ações de combate ao coronavírus

A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de árvores. Neste ano, em que a população passa por uma pandemia, a atividade da empresa tem sido muito importante para o Brasil e para o mundo. Por isso, a Suzano manteve a população abastecida com produtos extremamente necessários como da embalagem que protege o medicamento, que preserva o alimento e embala produtos de higiene, o papel higiênico, lenços e fraldas utilizados em nossas casas e hospitais, papéis para exames, prontuários médicos e outros necessários à continuidade de diversos outros negócios.

Unidade da Suzano em Três Lagoas (Foto: Divulgaçãao)

MOVIMENTO NÃO DEMITA

A empresa tem atuado em três frentes nesta crise da COVID-19: cuidado com seu time, prestadores de serviços e familiares; cuidados com a sociedade e também cuidado com o negócio, visto que sua operação é essencial. No cuidado com seu time, além de todo zelo com a saúde e segurança das pessoas, a empresa tem mantido 100% de salários e benefícios, efetuou o pagamento da primeira parcela do 13% salário, aderiu ao Movimento “Não Demita” e garantiu, pelo

prazo de 90 dias, a manutenção do repasse de 100% do custo da folha dos trabalhadores de prestadores de serviços, que tiveram suas atividades suspensas.

INICIATIVAS SOLIDÁRIAS

Sobre o cuidado com a sociedade, tem realizado várias iniciativas e doações. No Brasil, a Suzano destinou R$ 50 milhões a doações. Foram 1 milhão de máscaras hospitalares e 159 respiradores para distribuir nos Estados de São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Pará e Paraná. Só em São Paulo foram 260.000 máscaras, 50 respiradores, 54 mil litros de álcool líquido glicerinado 70% e 3.646 fardos de papel higiênico.

No Brasil, a Suzano destinou R$ 50 milhões a doações. Foram 1 milhão de máscaras hospitalares e 159 respiradores para distribuir nos Estados de São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Pará e Paraná. Só em São Paulo foram 260.000 máscaras, 50 respiradores, 54 mil litros de álcool líquido glicerinado 70% e 3.646 fardos de papel higiênico.

Na unidade de Jacareí, a Suzano mantém aproximadamente 2.500 colaboradores para uma capacidade de produção de 1,1 milhão de toneladas de celulose por ano. Para o gerente executivo industrial da Suzano em Jacareí, Marcelo de Oliveira, é gratificante ter conseguido manter a operação com o mínimo de colaboradores e prestadores de serviços presencialmente. “Atuamos de maneira proativa e preventiva, orientando a todos, fazendo medição de temperatura corporal na chegada à fábrica, ampliando a frequência de limpeza e higienização das áreas comuns, distribuindo máscaras para os colaboradores em operação, adotando a quarentena em caso de risco de contaminação, disponibilizando apoio psicológico virtual, entre outras ações”, esclarece.

A empresa atua de maneira proativa e preventiva, orientando a todos, fazendo medição de temperatura corporal na chegada à fábrica, ampliando a frequência de limpeza e higienização das áreas comuns, distribuindo máscaras para os colaboradores em operação, adotando a quarentena em caso de risco de contaminação, disponibilizando apoio psicológico virtual, entre outras ações…

SÓ É BOM PARA NÓS SE FOR BOM PARA O MUNDO

A Suzano apoia e incentiva projetos e programas sociais que fortaleçam as associações e a geração de emprego e renda. Uma das iniciativas é o Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial (PDRT), que apoia pequenos agricultores familiares da região. Diante das limitações impostas pela pandemia do COVID19, o PDRT idealizou a ação “A feira vai até você”.  O objetivo é fortalecer o sistema de entrega de cestas com produtos orgânicos e agroecológicos cultivados pelos agricultores familiares.

“Pudemos fortalecer o sistema de entrega de cestas de orgânicos e agroecológicos e reduzir os impactos econômicos da crise gerada pelo novo coronavírus. O engajamento das nossas equipes junto aos produtores e o apoio da população em fortalecer o pequeno produtor nesse momento de crise foram os principais responsáveis pelos excelentes resultados alcançados”, comemora Israel Batista Gabriel, coordenador de Desenvolvimento Social da Suzano. 

COSTUREIRAS E ARTESÕES

A empresa está apoiando ainda costureiras e artesãos na confecção de 44 mil máscaras de tecido em Três Lagoas. Toda a produção será adquirida pela companhia para ser doada a famílias de colaboradores que estão trabalhando presencialmente nas unidades e para grupos considerados prioritários por conta do maior risco de exposição ao novo coronavírus. Em Três Lagoas, a iniciativa conta com a participação de 22 profissionais, dentre eles, costureiras de famílias apoiadas pelos projetos sociais da Suzano e artesãos de associações independentes do município.

Somente em Três Lagoas, a expectativa é que a doação beneficie, inicialmente, mais de 8,2 mil pessoas. Os primeiros a receber serão os colaboradores que estão atuando de forma presencial na unidade e seus familiares, o que corresponde a mais de sete mil pessoas atendidas. Cada uma receberá um kit contendo duas máscaras de tecido e material informativo sobre o uso e higienização corretos delas.

A ação contempla ainda motoristas de caminhão e colaboradores das centrais de distribuição – espaços para armazenagem e carregamento que auxiliam na logística de escoamento da celulose; integrantes de programas sociais apoiados pela empresa que trabalham presencialmente, como produtores de alimentos, e grupos que demandam cuidados específicos, como asilos, trabalhadores de postos de saúde etc. Juntos, totalizam mais de 1,2 mil beneficiados.

“Nesta ação das máscaras, conseguimos unir dois objetivos: gerar renda a costureiras durante a crise e contribuir para a segurança da comunidade, uma vez que, ao usar a máscara, a pessoa protege a si e todos à sua volta”, destaca Israel.

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