O Governo de Mato Grosso do Sul reagiu à informação repassada pelo Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello ao Supremo Tribunal Federal (STF), de que Mato Grosso do Sul seria um dos sete estados que não teria estoque suficiente de seringas e agulhas para iniciar a vacinação contra Covid-19.

O dado consta em ofício enviado pelo Ministério da Saúde ao STF como resposta à intimação feita pelo ministro Ricardo Lewandowski, a pedido da Rede Sustentabilidade, que sustenta que ““o Governo Federal, além de não ter iniciado a vacinação, lança obstáculos ao adequado emprego das vacinas que devem ser adquiridas”.

No levantamento, o Ministério da Saúde afirma que sete estados “não teriam estoque suficiente para suprir essa demanda inicial” – entre eles, Mato Grosso do Sul. Confira trecho abaixo.

A reação

Em nota divulgada hoje, o estado afirma que “Mato Grosso do Sul tem 2,5 milhões de seringas e agulhas em estoque – quantidade suficiente para iniciar a vacinação contra Covid-19 no Estado. Os insumos estão em posse dos municípios e na rede de imunização estadual”.

Além disso, cita que há dois processos para aquisição de insumos em andamento. “Em um deles, serão compradas 740.689 seringas e agulhas. No outro, serão mais 7 milhões”.

Segundo a Secretaria de Saúde, “os insumos para as campanhas sempre foram disponibilizados previamente para os estados pelo Governo Federal, mas, por precaução, a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES) se antecipou em adquirir os próprios insumos, mesmo sem ter a definição dos grupos prioritários pelo Ministério da Saúde”.

Plano de distribuição

O texto divulgado pelo Governo do Estado ainda salienta que elaborou um plano estadual de imunização, que inclui o planejamento para a distribuição das vacinas, de forma simultânea e segura, para os 79 municípios, dentro de até 48 horas, assim que as doses chegarem a Mato Grosso do Sul. O plano seria executado com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública.

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