Homem com histórico de abusos sexuais havia sido beneficiado pela prisão domiciliar em razão da pandemia, estuprou a filha e fugiu após ser denunciado; crimes aconteceram em maio

Um ajudante de pedreiro, de 34 anos, foi condenado a 15 anos e 9 meses de prisão, em regime fechado, pelo estupro da filha, de 7 anos, em Campo Grande. O homem já tinha sido punido pelo mesmo crime e estava em regime domiciliar, monitorado por meio de tornozeleira eletrônica, concessão dada em decorrência da pandemia da covid-19.

As informações são do Campo Grande News. A condenação foi publicada nesta segunda-feira, 14, no Diário Oficial da Justiça, dada pela 7ª Vara Criminal de Competência Especial.

Na denúncia, consta que os abusos aconteceram pelo menos três vezes, entre os dias 2 e 3 de maio deste ano, por volta das 22h e 4h, na casa da família, no Jardim São Conrado.

No relato da vítima, o primeiro estupro aconteceu quando eles estavam deitados no sofá, assistindo televisão. Consta que ele colocou o dedo na vagina e no ânus da menina e disse para que ela não contasse a ninguém o que havia ocorrido.

Na denúncia, consta que ele “tem histórico de abusos sexuais” e estava cumprido pena por outros estupros. Este ano, foi colocado em regime domiciliar, monitorado por meio da tornozeleira eletrônica, benefício concedido na pandemia.

A menina relatou o que tinha acontecido naqueles dias e ele foi denunciado à polícia, porém, após o estupro ter sido descoberto, ele fugiu, rompendo a tornozeleira eletrônica e ainda está foragido. A prisão preventiva foi decretada posteriormente.

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