Com a pequena internada há dois meses e sem previsão de alta, família da bebê de 1 ano e seis meses precisa de ajuda

Na última semana, o Perfil News noticiou a história da pequena Maya Heloísa Gaspar Barros, de apenas 1 ano e seis meses.

Internada há dois meses na Santa Casa de Campo Grande, a pequena venceu uma batalha: passou com sucesso por uma cirurgia cardíaca. No entanto, por ter sangue O- (o mais raro dentre todos), ela precisava com urgência de doadores.

O post no Facebook deu grande repercussão, atingindo mais de 213 mil pessoas, com 1.136 comentários de apoio aos pais da pequena Maya e 2.719 compartilhamentos (Foto: Reprodução)

A partir da mobilização feita pelo facebook do jornalista Ricardo Ojeda e do Perfil News, a população de Três Lagoas e de Campo Grande se mobilizou. Equipes de TV da capital acompanham o caso da pequena e filas de formaram no Hemosul.

Quando tudo parecia que estava melhorando – Maya conseguira o sangue e estava prestes a ir para o quarto – uma reviravolta complicou tudo: a pequena recebeu o diagnóstico de dengue.

“Ninguém sabe como isso aconteceu”, contou, emocionado, o pai de Maya, Agnaldo Alves Barros. “Os médicos disseram que é a primeira vez que aconteceu isso. Pode ter sido picada de mosquito ou pode ter sido através da transfusão de sangue que ela tomou. Às vezes uma pessoa está com dengue quando vai doar sangue e nem sabe”, diz.


A situação da criança é grave: o tratamento contra dengue é, basicamente, a administração de soro, mas o organismo de Maya já está sobrecarregado (Foto: Arquivo pessoal)

A situação é grave: o tratamento contra dengue é, basicamente, a administração de soro, mas o organismo de Maya já está sobrecarregado. Com as plaquetas em 15 mil, teria que receber mais sangue, mas no momento ela não pode passar por nova transfusão.

Além disso, ela teria que tomar antibióticos para conter uma infecção, mas esse medicamento causaria prisão de ventre – que pode romper o intestino da bebê.

Ontem, 12, Maya foi entubada e agora os médicos e os pais pedem orações.

Além disso, a internação prolongada causou um problema de ordem prática: a família já não tem mais recursos para se manter. Agnaldo trabalha em um depósito de bananas e a esposa é funcionária pública. Com os cartões estourados, a família já não sabe mais como vai sustentar a permanência na Capital.

“Tudo custa dinheiro. A gente fica sem almoçar um ou dois dias, para economizar, porque não sabemos como vai ser o dia de amanhã”, diz o pai.

O pai de Maya aproveitou para agradecer todos que estão ajudando, em especial à imprensa de Três Lagoas e de Campo Grande que está divulgando a situação da Maya e com isso conseguindo atrair muitos doadores ao Hemosul.

Dessa forma, com a autorização de Agnaldo, o Perfil News vai promover mais uma vakinha virtual e conta com a solidariedade e ajuda dos leitores e amigos.

Comentários