25/05/2015 09h01 – Atualizado em 25/05/2015 09h01

A mulherada está numa campanha acirrada a fim de igualar o seu salário ao dos homens, que sempre recebem o dobro, isso no Brasil, Estados Unidos, Japão, ou seja, mundo afora. A bronca é que o critério não se sabe até hoje.

Embora a campanha “Trabalho Igual Salário Igual” seja internacional, idealizada pela BPW (Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais), a deputada Mara Caseiro (PTdoB), encampou a ideia na Assembleia de MS, que promove audiência pública dia 29 para debater o tema.

MONEY

Os barnabés graduados e não graduados da Assembleia Legislativa estão ansiosos para saber quando a Mesa Diretora irá conceder a equiparação da tabela salarial, com percentual de 15%, para a categoria. Pelo que tudo indica o presidente Junior Mochi (PMDB) pretende tomar tal medida em poucos meses, conforme expectativa do presidente do Sisalms (sindicato que congrega os servidores), Nailor Vargas, recém-reeleito para o cargo.

PAI DA CRIANÇA

Por falar em Assembleia, não são poucos os funcionários que andam rindo à toa pelos corredores da Casa por conta da ideia elogiável da Mesa Diretora, liderada pelos deputados Júnior Mochi (PMDB) e Zé Teixeira (DEM), presidente e primeiro-secretário.
Pelo que se comenta, quem aderir ao PAI (Programa de Aposentadoria Incentivada) abocanhará um valor equivalente a oito vezes ao seu próprio salário. Fora o resto da vida de aposentadoria.

DEGOLA

O contingenciamento dos recursos do orçamento anunciado pelo Palácio do Planalto na semana passada deixou os prefeitos de Mato Grosso do Sul numa verdadeira sinuca de bico. Se a situação já não era boa, imagina agora sem parte das emendas parlamentares destinadas pelos congressistas para ajudar as prefeituras.

A maior preocupação deles é com os “restos a pagar”, cujas prefeituras têm mais de R$ 134 milhões para receber referente aos exercícios financeiros de 2013 e 2014.

PRESSÃO

Apesar de ter o terceiro maior salário do País, professores sul-mato-grossenses devem cruzar os braços na próxima quarta-feira. Comandados pela Fetems, eles não aceitaram a proposta de 4,87% de reajuste oferecida pelo governo estadual.

Hoje, aliado ao ex-governador André Puccinelli (PMDB), o presidente da entidade ligada ao PT, Roberto Botarelli, quer cumprimento da lei que prevê aumento de 25,42% em quatro anos.

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