05/04/2016 11h03 – Atualizado em 05/04/2016 11h03

A construção da segunda linha de produção da fábrica de celulose da Fibria já atingiu 22% do cronograma da obra. No canteiro existem atualmente cerca de 2.500 trabalhadores, mas o quadro funcional será ampliado. No pico serão 10 mil trabalhadores. Ao todo, o empreendimento vai gerar 40 mil empregos, somando todas as fases da obra

Ricardo Ojeda e Daniela Silis

Um dos maiores empreendimentos em construção no Brasil é o projeto Horizonte 2, que a Fibria está construindo em Três Lagoas (MS). O anúncio do projeto de expansão ocorreu em maio de 2015, enquanto o lançamento oficial do empreendimento ocorreu em outubro, em solenidade que teve a presença da ministra da Agricultura, Katia Abreu. Na ocasião ela veio representando a presidente, Dilma Roussef.

De acordo com o cronograma do empreendimento, o projeto está orçado em R$ 8,7 bilhões e deverá ser concluído no final de 2017. Atualmente a fábrica produz 1,75 milhão de toneladas de celulose/ano. Com a operação da segunda linha de produção deverá atingir as 3,05 milhões de toneladas por ano, se tornando uma das maiores unidades de produção de celulose do mundo.

CADEIA DE ATIVIDADES

A operação para a construção do empreendimento envolve uma cadeia de atividades que atrai atenção de outras regiões do País, principalmente nessa época de profunda retração econômica.

Um dos segmentos mais procurados durante o processo de construção é a vaga de trabalho. Diariamente centenas de desempregados formam filas que chega a dobrar o quarteirão que buscam atendimento no Ciat (Centro Integrado de Atendimento ao Trabalhador) para uma colocação no mercado de trabalho.

Como a procura é maior que a oferta de empregos, cogitou-se que a Casa do Trabalhador, como é conhecido o Ciat, estaria prestigiando os trabalhadores de outras localidades, em detrimento dos residentes em Três Lagoas. Essa situação trouxe embaraço para a instituição, que por lei não pode discriminar o domicílio do trabalhador. Todas as fichas são encaminhadas às empresas que avaliam de forma detalhada a ficha do candidato.

INFORMAÇÕES DIRETAS DA FONTE

Para dirimir essa questão, a reportagem do Perfil News falou por teleconferência com, Arnaldo Milan de Souza, gerente de Desenvolvimento Humano Organizacional da Fibria, no projeto Horizonte 2. Ele esclareceu os procedimentos que a empresa está tomando durante a expansão do empreendimento.

Durante entrevista, que durou cerca de 45 minutos, Milan se dispôs a responder todas as perguntas feitas pelo Perfil News.

CONTRATAÇÕES DE ACORDO COM O CRONOGRAMA

Segundo Milan, ao longo de todo o projeto, que tem previsão para terminar no último semestre de 2017, aproximadamente 40 mil trabalhadores serão contratados. Isso não significa que todos eles estarão na obra ao mesmo tempo. As contratações serão de acordo com as etapas, obedecendo o cronograma do empreendimento. “Olha, no pico da obra nós teremos cerca de 10 mil pessoas. Ao longo de todo o projeto, até o último semestre de 2017, serão aproximadamente 40 mil trabalhadores”, afirmou.

Ao ser questionado sobre a contratação, que nem sempre são de moradores de Três Lagoas, Milan foi claro. Em torno das fases do projeto, há a necessidade de perfis diferentes de trabalhadores. “Durante todo o projeto, como você disse e como nós já comentamos, teremos aí, no pico [da obra], em torno de 10 mil pessoas, então é natural que ao longo das fases da obra, nós tenhamos necessidade de perfis diferentes de trabalhadores”. Mas o que é importante? Todas as vagas são abertas através do Ciat [Centro Integrado de Atendimento ao Trabalhador] diariamente. “Se o perfil daquela vaga estiver de acordo com a experiência daquele profissional, vai ser um grande prazer tê-lo dentro do processo”.

VAGAS NA ÁREA INDUSTRIAL

E as vagas geradas no projeto Horizonte 2, segundo Milan, não será apenas para a obra, mas também na área industrial. “Neste momento nós estamos com um programa que disponibilizou 100 vagas para profissionais da região, todas essas vagas são de pessoas vindas de Três Lagoas, e nós já temos na área de florestal, na área de serviço de estrutura, mais de 400 vagas. A grande maioria desses profissionais é de Três Lagoas”

Além disso, Milan ainda afirma que a geração de oportunidades do projeto também se dará nas cidades, através do comércio e de serviços que já estão sendo incrementados, que geram um movimento econômico extrapolando o canteiro do projeto. “São todas essas oportunidades que nós temos que observar. Não é só na obra, existem outras oportunidades aí também”.

CURSO DE QUALIFICAÇÃO

O programa que disponibilizou 100 vagas para moradores de Três Lagoas é através de um curso de qualificação realizada em parceria com Senai e profissionais que atuaram na fábrica Horizonte 1. “Quando a nova linha receber o sinal verde para o funcionamento, serão essas pessoas que irão tocar a produção. E nesse caso 100% das pessoas são de Três Lagoas”.

Essa qualificação profissional acontece por meio de um contrato de estágio com vínculo através do Senai. “Durante uma semana esses jovens estudam a parte teórica e na semana seguinte eles estudam a parte prática aqui na unidade.”

Esse contrato não garante que essas 100 pessoas que participam do projeto sejam contratadas no final do estágio. Apenas 70 delas serão contratadas. “Dentro desse projeto e de vários outros que a Fibria desenvolveu ao longo de sua história, nós sempre dizemos que não estamos preparando profissionais só para Fibria. Nós qualificamos profissionais para o mercado. Então, por exemplo, essas 100 pessoas que estamos formando, de imediato, assim que terminar a parte de treinamento, nós contrataremos cerca de 70. Logicamente serão aqueles de melhor performance, que tiverem o melhor preparo nesse momento. Os outros estarão prontos para o mercado”.

DESENVOLVIMENTO HUMANO ORGANIZACIONAL

Questionado sobre a sua função dentro da empresa, Milan diz que é responsável não apenas pela obra, mas também por preparar as pessoas para a nova unidade de Três Lagoas. “Dentro do projeto, todas as ações que prepararão profissionais para operar a próxima linha da indústria, as novas frentes de trabalho no campo, todas essas ações que estão dentro do projeto, estão dentro da minha gerência. Ela não é só responsável pela obra, mas sim, como todos os demais colegas do projeto, de preparar as pessoas para essa nova fase da unidade de Três Lagoas”.

EMPRESAS TERCEIRIZADAS

Atualmente existem cerca de 70 a 80 empresas trabalhando dentro do projeto Horizonte 2. “São diversos seguimentos, desde fornecedores de transporte de funcionários até as empresas que estão atuando efetivamente na construção civil, e assim sucessivamente. É um projeto que está aí na faixa de investimentos na ordem de 8,7 bilhões. Para estender toda essa tecnologia de celulose, nós temos várias efetivas”.

Alguns profissionais que trabalham para essas empresas contratadas são fixos, pois, em determinada fase do empreendimento, é necessário a contratação de empresas especializadas, que possuem empregados mais experientes. “Dentro de um empreendimento desses, nós teremos alta tecnologia implantada. Então, por exemplo, nós teremos uma fase, que está agora próxima, que será a montagem eletrônica dos equipamentos. São poucas empresas do país que possuem essa tecnologia e, consequentemente, alguns desses profissionais são fixos dessas empresas. Esses vão atuar no projeto. Concluído o trabalho seguem para outros. Por isso, essas empresas especializadas não dispensam esses empregados no final de um projeto. É diferente um pouco da etapa de uma construção civil, onde, quando se termina uma parte, normalmente são dispensadas essas pessoas.”

MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA

Conforme Milan, quanto mais especializado for a neces sidade de mão de obra, mais especializada serão as empresas. “São profissionais que, para serem formados e habilitados precisam de 10 a 15 anos de experiência. Por exemplo. No caso da fábrica de celulose, nós fizemos uma sequência de três grandes projetos aí. Acabou um projeto lá no Maranhão, essas pessoas foram para o Rio Grande do Sul, terminando lá eles vieram para o Paraná, terminou lá e eles estão vindo para Três Lagoas”.

Devido a essa especialização, acontece um processo migratório desses funcionários. É um fluxo de empresas especializadas que, tendo oportunidades, vão migrando os funcionários por outros projetos. “A gente espera que com o contato entre um funcionário especializado que vai estar junto com outro ainda não especializado transferir esse conhecimento. Não é apenas através de bancos de escolas, de cursos técnicos, é dessa forma que o compartilhamento de experiência vai formando profissionais mais experientes.

CAPACITANDO PROFISSIONAIS

Dentro da iniciação de grandes unidades industriais, como no caso do projeto de expansão da fábrica Horizonte 2 da Fibria, existe uma meta de profissionais experientes e de profissionais iniciando a experiência técnica, criando um misto de profissionais experientes e iniciantes, para que ambos, em convivência, possa criar mais experiência e tocar o projeto. “Então, por exemplo, para a parte de operação nós teremos esses jovens que estão no pós-técnico, que são pessoas que já trabalham em alguma atividade. Eles já possuem uma formação técnica, está passando aí por uma pós-graduação técnica em celulose de papel e celulose de manutenção. Juntos com os profissionais hoje aqui na fábrica, mais experientes, tocarão o nosso projeto”.

ESPECIALIZAÇÃO

Esse contato de profissionais experientes com os iniciantes acontece para gerar a formação de pessoas da região de Três Lagoas para que, futuramente, tenha profissionais capazes de tocar um empreendimento como a fábrica da Fibria na região. “Quando uma empresa monta uma indústria com um investimento desse tamanho, ela dificilmente vai fechar. Então, para isso nós temos que começar cada vez mais, não apenas a Fibria, mas todas as empresas, a formar pessoas para o futuro. Por isso todo esse trabalho com o Senai para a formação, por exemplo, de operadores de máquinas florestais, é para quê? Para que efetivamente a cidade de Três Lagoas não seja somente a capital de celulose, porque as empresas estão aqui, mas porque as empresas estão aqui e tem pessoas da região capazes de tocar um empreendimento desses. Mas isso leva um tempo, ainda leva um ciclo. Então cada vez mais estamos deixando de precisar de pessoas de outras regiões para trabalhar aqui, porque a Fibria pensa em formar para o futuro e não apenas formar para o presente”.

SETOR FLORESTAL

Para abastecer a nova unidade fabril é preciso que tenha a matéria prima, o eucalipto. Após plantado, demora sete anos para atingir maturidade, pronto para o corte. Ao ser questionado sobre as expansões das florestas, Milan respondeu que, para essa e outras alterações, serão gerados mais três mil novos postos de trabalho. A maior parte no setor florestal.

“Quantitativamente falando, o setor florestal reúne várias fontes de trabalho e módulos que nós chamamos de colheita. Nós teremos quase que dois mil novos postos de trabalho só na área florestal. Hoje, a formação da floresta leva em torno de sete anos. Então, pensando no futuro, aqueles colegas, aqueles profissionais que trabalharão no manejo da floresta de eucalipto. São eles quem vão plantar, fazer o manejo, cuidar da floresta e, quando estiver no tempo, irão fazer a colheita”.

Mais de 400 pessoas já foram contratadas para trabalhar no setor florestal e no manejo de eucalipto. “Então toda essa sequência começa lá atrás com o plantio e o manejo. Já estamos trabalhando na contratação das pessoas que vão cercar o eucalipto a partir de agosto até o último semestre de 2017, para começar a operar”.

DEMANDA DE OPORTUNIDADES

Também já esta sendo treinadas as pessoas para a fábrica, sem descuidar do projeto. Então são várias frentes que demandam oportunidades, que demandam postos de trabalho. “Isso sem falar, o que é muito importante reforçar que também demanda oportunidades na cidade, no comércio, no hotel, nas escolas, nos ônibus. Toda essa economia gerada pelo Horizonte 2. Tenho certeza que em todos esses projetos novos e outros que virão de outras empresas, vão oportunizar aí novas vagas de trabalho”.

ACOMODAÇÕES

Em relação às acomodações dos trabalhadores, que virão de outras regiões para integrar à obra, Milan disse que não será da mesma forma que aconteceu na construção da primeira fábrica. O novo modelo de gestão que está sendo desenvolvido visa integrar as unidades de hospedagens à comunidade.

“Aquela pessoa que está hospedada tem acesso ao lazer, à instituição religiosa, às escolas, ao transporte. Então, com base nisso, o modelo da Fibria para o H2 seguiu essa linha, ou seja, não trabalharemos com unidades de hospedagens próprias”.

Na verdade a Fibria contrata as unidades seguindo três grandes linhas. “A primeira é no sentido de trabalhar com unidades descentralizadas, melhores. Segundo, todas essas unidades devem estar baseadas dentro da legislação, que existe um regulamento específico sobre isso. Terceiro, seguindo os procedimentos internos da Fibria que ampliam as exigências até mesmo maiores do que a própria legislação do País solicita”.

Além desses três passos para a contratação de unidades de hospedagem para os trabalhadores, a Fibria também segue um processo de auditoria. “É feita uma auditoria inicial para verificar se essas unidades contratadas estão dentro desses parâmetros legais e dentro das normas internas da Fibria, a auditoria semiótica ao longo do empreendimento e, depois, quando tem a desmobilização de uma empresa e consequentemente dessas unidades de hospedagens, há uma auditoria de encerramento. Esses dados são integrais, pensando no trabalhador quando entra, quando chega nessa unidade até quando sai”.

MECANISMO DE FISCALIZAÇÃO

No final do ano passado, um trabalhador haitiano, contratado por uma empresa do estado de São Paulo para trabalhar no projeto Horizonte 2 em Três Lagoas, quebrou a perna ao descer do ônibus e foi abandonado pela empresa que o contratou. Através do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil Pesada do Bolsão Sul-mato-grossense (Sintiespav), que entrou em contato com a redação do Perfil News, publicou uma matéria sobre a circunstância, a denúncia chegou à Fibria, que deu as devidas assistências a esse trabalhador.

Diante disso, a resposta de Milan sobre os mecanismos de fiscalização para que casos como esse não ocorra mais, são vários. “Até mesmo nesse episódio que você comentou a gente considera o próprio sindicato como um parceiro do projeto. Não esperamos que o sindicato ou qualquer outra instituição seja como um concorrente. Então nesse caso, assim que a chegou a informação, rapidamente a estrutura de apoio da Fibria e das próprias empresas contratadas foram acionadas e rapidamente o problema foi resolvido”.

FERRAMENTAS INTERNAS DE GESTÃO

“Nós sabemos que um empreendimento desse tamanho, com esse volume, já que estamos falando de 40 mil pessoas durante o processo de construção, todos nós, as entidades sindicais, nossas ferramentas internas de gestão, estamos trabalhando para que isso não aconteça”.

Milan ainda afirmou que, caso algo possa vir a acontecer, a empresa irá trabalhar de forma rápida. “Cada vez mais, conforme o volume de pessoas dentro da obra, temos que ter mais contato com o sindicato, mais pessoas de auditoria de obras, mais assistentes sociais. Então todo esse con junto de ferramentas ligadas a entidades externas, aos sindicatos, aos ministérios, aos órgãos de imprensa. Qualquer coisa que possa sair do controle, nos avisem, porque nós rapidamente vamos agir”.

CONVÊNIO DE SAÚDE

Com a vinda de tantos trabalhadores à Três Lagoas, chegando a 10 mil no pico da obra, as empresas contratadas pela Fibria firmaram um convênio com o hospital da cidade para em caso de necessidade o atendimento à saúde dessas pessoas não impacte o Sistema Único de Saúde (SUS).

“Dentro do projeto nós garantimos para 100% dos trabalhadores, um convênio com o hospital local. Então nenhum trabalhador da obra utilizará o sistema público de saúde, pois há um convênio onde as empresas pagam para o hospital local atendê-los. Então qualquer trabalhador, seja um mal estar no final de semana ou um acidente que ele tenha sofrido jogando bola, a situação que for, ele será atendido de forma particular, através desse convênio pago por todas as empresas. Esse procedimento é justamente para evitar ou minimizar isso que você falou, que é um impacto no sistema público de saúde do município”.

Essa, segundo Milan, foi uma das primeiras e principais ações criadas no projeto Horizonte 2 para garantir um atendimento para os operários e para todos os colaboradores do empreendimento, sem passar por um sistema público de saúde.

AUDITORIAS

Para que tudo ocorra dentro da legislação interna da Fibria, o projeto possui uma estrutura de audiências e fiscalização no sentido de garantir que tudo ao longo da execução da obra ocorra dentro do programado. “Desde o sistema de gestão, todos esses serviços que a gente emite de transporte; moradia, da perícia de saúde, de alimentação, a gente tem uma estrutura de auditorias, de acompanhamentos, de fiscalização. Para você ter uma ideia, todos os ônibus que transporta os profissionais para o projeto são fiscalizados periodicamente. Tudo para que estejam dentro da legislação. Então você tem uma estrutura com mais de 100 pessoas para que todos esses serviços transcorram dentro da legalidade e dos critérios de gestão da Fibria”.

ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA

E durante a construção da primeira fábrica, os técnicos que vieram para integrar à equipe da empresa enfrentaram o problema de aluguel, com valores altíssimos. Devido a isso a empresa construiu várias casas para atender a demanda desses trabalhadores.

Hoje, segundo Milan, essas construções não serão necessárias, pois foi feito uma avaliação técnica e de como está o sistema imobiliário de Três Lagoas, que já comporta a oferta e demanda do mercado imobiliário, e consequentemente, o preço.

“Na fase de pré-projeto, (preparação do projeto), nós fizemos uma avaliação técnica, de como está o sistema imobiliário de Três Lagoas. Constatamos que a cidade evoluiu bastante desde 2008. Então a cidade cresceu, o número de imóveis aumentou, o que é natural com a própria expansão territorial da cidade. Então a gente fez essa avaliação, fizemos um estudo técnico, visualizamos que não há a necessidade de a Fibria construir um empreendimento imobiliário. Os imóveis existentes são suficientes para acomodar as demandas do projeto”.

A Fibria, como estratégia, incentiva as empresas que contratem os aluguéis ou façam a distribuição dos imóveis, porque dessa forma você incentiva essas imobiliárias a crescerem. “Então nós não partiremos para a construção própria porque o setor imobiliário de Três Lagoas está maduro o suficiente dentro de um equilíbrio natural de oferta e demanda e consequentemente de preço”, finalizou.


O projeto de expansão da Fibria, batizado de Horizonte 2 já está com 22% de obras concluídas e de acordo com o cronograma deverá ser concluído até o final de 2017 (Foto: Reprodução/You Tube)

A expansão da Fibria em Três Lagoas é um marco na história da empresa que vai investir mais de R$ 8 bilhões na segunda linha de produção que deverá atingir as 3,05 milhões de toneladas de celulos por ano (Foto: Divulgação)

Arnaldo Milan de Souza, gerente de Desenvolvimento Humano Organizacional da Fibria, no projeto Horizonte 2 (Foto: Assessoria)

Elton Junior Silva estava desempregado há um ano e conseguiu uma recolocação profissional, hoje ele é armador (Foto: Assessoria)

Os cursos de qualificação profissional acontecem por meio de um contrato de estágio com vínculo através do Senai (Foto: Assessoria)

Alguns profissionais que trabalham para essas empresas contratadas são fixos, pois, em determinada fase do empreendimento, é necessário a contratação de empresas especializadas, que possuem empregados mais experientes (Foto: Reprodução)

A Fibria busca o crescimento sustentável alinhado ao desenvolvimento das comunidades. Com o apoio do Senai, a empresa promove a qualificação de mecânico de máquinas florestais (Foto: Divulgação)

As unidades de acomodações dos trabalhadores devem atender todas as especificações da Fibria. Antes de formalizar o estabelecimento passa por uma fiscalização (Foto: Alojamento NH)

No inicio do processo industrial da fábrica de celulose, o mercado imobiliário de Três Lagoas foi às alturas situação que levou aos investimentos de novas unidades habitacionais para atender a demanda (Foto: Ricardo Ojeda/Arquivo)


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