07/04/2016 10h52 – Atualizado em 07/04/2016 10h52

A Exposição Acorda MS – Chega de Impostos está no térreo do Shopping Bosque dos Ipês próximo à Livraria Saraiva e ficará no local até o próximo dia 24 de abril

Assessoria

Com o intuito de informar à população o quanto de imposto é cobrado sobre os produtos consumidos em Mato Grosso do Sul, a Fiems, Famasul, Fecomércio-MS, Faems e OAB/MS levaram para o Shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande, uma exposição com diversos itens, trazendo os preços com e sem os tributos.
A iniciativa, que permanecerá no local até o próximo dia 24 de abril, integra a campanha “Acorda MS – Chega de Impostos”, que busca conscientizar e mobilizar a sociedade contra o retorno da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras) e também para reduzir os demais tributos criados pelo Governo Federal para tentar equilibrar o orçamento.

Desde o lançamento da campanha no início de março, diversos produtos estiveram expostos no hall do Edifício Casa da Indústria e agora eles foram levados para o Shopping Bosque dos Ipês, devendo, depois, seguir para outros locais de Campo Grande. Na avaliação do autônomo Diego Duarte Gomes, 23 anos, a iniciativa foi excelente e contribui para que a população conheça o valor dos impostos pagos pelos consumidores e que não retornam para a sociedade. “É preciso que as pessoas abram a mente e consigam compreender melhor isso para poder exigir melhorias”, disse.

Ana Carolina Pedreira, 22 anos, está desempregada e disse que agora consegue sentir ainda mais o peso desses tributos. “É um absurdo tanto imposto em cima de coisas que não podemos abrir mão”, analisou. O agente de segurança patrimonial Luis Otávio Varanis Ortega, 45 anos, gostou do que viu e também destacou que a exposição informa e desperta a consciência das pessoas. “Isso ajuda a despertar o senso crítico nas pessoas para que possamos cobrar mais dos governantes”, disse.

A guarda civil municipal Célia Pais Barbosa Varanis, 40 anos, disse que o valor do imposto é muito alto e que isso não retorna para população como benefícios em áreas como a saúde, educação, por exemplo. Já a enfermeira Tainnara Barbosa Varanis, 22 anos, disse que se os tributos são importantes que ao menos não fossem tão altos. “Se é necessário ter o imposto como forma de arrecadação, que se reduza, pois nós não temos a mínima ideia para onde vai tanto dinheiro”, pontuou.

(*) FIEMS

A iniciativa, que permanecerá no local até o próximo dia 24 de abril. (Foto: Assessoria)

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