22/03/2012 10h35 – Atualizado em 22/03/2012 10h35

Figueirão recebe orientação para recupera pastagem degradada

Da Redação

Com 200 mil cabeças de gado e 480 produtores rurais, Figueirão tem sua base econômica voltada para pecuária. Distante 260 quilômetros de Campo Grande (MS), o município tem enfrentado problemas com pasto degradado. “Nossa maior preocupação é o pecuarista com a situação financeira que limita investimentos”, disse o dprefdiegoeito Getúlio Barbosa, durante a abertura do Workshop Mais Pastagem, promovido hoje (21) pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS).

“Com solo ruim e pasto degradado, o produtor rural sente no bolso os reflexos. Adotar medidas de prevenção, dispor de tecnologia simples e investimento de baixo custo são os caminhos que o Workshop aponta”, explica o diretor superintendente do Senar/MS, Clodoaldo Martins. Para Silvio Mendes Amado, um dos fundadores da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) e patrono do Sindicato Rural de Figueirão, o homem do campo é o mais interessado na proteção ao meio ambiente. “A sociedade critica o produtor rural, mas somos nós quem levamos alimento a todo o Brasil e por isso precisamos de maior apoio e atenção”, ressalta.

Cerca de 50 participantes receberam orientação do programa, que realiza o workshop na sede da Câmara Municipal de Figueirão. O Banco do Brasil apresentou informações sobre linhas de crédito, como a linha específica do Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), com juros de 5% ao ano e limite de R$ 1 milhão, 100% financiável e com prazo de 15 anos para pagamento, e a linha FCO Rural, com taxas de juros estabelecidas conforme a receita do produtor rural e limite de R$ 20 milhões. Sistemas de recuperação de pastagem, integração Lavoura-Pecuária-Floresta e perspectivas de mercado também são temas de palestras do workshop.

MAIS PASTAGEM

O Programa é uma iniciativa do Senar/MS, Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul – Famasul e Fundação Educacional para o desenvolvimento Rural – Funar, em parceria com sindicatos rurais do Estado, Banco do Brasil, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, Embrapa Gado de Corte – Embrapa CNPGC, e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção da Indústria, do Comércio e do Turismo – Seprotur.

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