10/05/2018 14h41

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Willams Araújo

Figurino

Marcelo Miglioli deu início a montagem de seu star de campanha em Campo Grande, se instalando na estrutura vitoriosa onde funcionou o QG Político do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) em área nobre da Capital. Empresário de Aquidauana, Zelito Ribeiro deve coordenar a caminhada do ex-secretário de Infraestrutura do governo tucano ao Senado. Exonerado do cargo em abril, Miglioli disse em recente ato do PSDB que vai pleitear a indicação ao Senado, numa campanha estritamente vinculada ao legado de trabalho tucano, “que tem obras e serviços nos 79 municípios, superando a crise com decisões corajosas e ótimos resultados para a população”.

Queda de braço

Pré-candidato pela chapa majoritária encabeçada por Reinaldo Azambuja, Miglioli vai enfrentar pedreira na corrida por uma das vagas do Senado, como os senadores Waldemir Moka (MDB-MS) e Pedro Chaves (PRB-MS), em pré-campanha è reeleição, o deputado federal Zeca do PT, além do ex-prefeito de Campo Grande, Nelsinho Trad (PTB). O ex-governador André Puccinelli (MDB) também pode entrar no páreo, na eventualidade de recuar de sua candidatura ao governo para se aliar aos tucanos, que nutrem forte esperança na reconciliação com o rival.

Agravo 1

O advogado Valeriano Fontoura entra com um agravo regimental ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra as prisões do ex-secretário Estadual de Obras e ex-deputado federal, Edson Giroto (PR) e Raquel Giroto, o ex-deputado estadual Beto Mariano, Mariane Mariano e Flávio Scrochio que se apresentaram à Polícia Federal esta semana, depois que tiveram de voltar ao xilindró por decisão judicial, sob acusação de desvio milionário de dinheiro dos cofres públicos estaduais.

Agravo 2

A defesa alega que a decisão do STF foi monocrática, ou seja, partiu de um único ministro, Alexandre de Moraes. O pedido é para que os cinco ministros da turma possam julgar o agravo. Como se trata de réu preso, o processo tende a ser mais rápido, porém, não há previsão de data para a apreciação do agravo. Para analistas, se o encaminhamento da Corte for o mesmo para outras ações que envolvem políticos e empreiteiros de renome no País, não terá santo que faça milagre em favor dos envolvidos nesse episódio nebuloso em MS.

Pra inglês ver

O rompimento da bancada do MDB com a base de apoio do governo na Assembleia já virou alvo de chacota. Isso porque alguns dos sete parlamentares do partido já atuam em favor da reeleição do tucano. A fala do líder do partido na Casa, Eduardo Rocha, após o ato em que o grupo de André Puccinelli decidiu “deixar” o governo diz tudo: “O MDB desembarca hoje da base do governador. Temos candidato 100% ao governo do Estado que é o Puccinelli e por isso estamos deixando base do governo. Mas isso não quer dizer que vamos votar de qualquer jeito. Vamos continuar votando com responsabilidade”.

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