23/03/2012 16h17 – Atualizado em 23/03/2012 16h17

Da Redação*

A importância da água no nosso planeta é inigualável. Sem ela não existiria vida na Terra. Sabendo dessa importância, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou em 1992 o Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março. Desde então, cada ano é destinado à discussão sobre os diversos temas relacionados a este bem natural e em 2012 o tema escolhido foi “Água e Segurança Alimentar”.

Para comemorar esta data e refletir sobre o assunto, a Superintendência Estadual da Funasa de Mato Grosso do Sul (Suest/MS) realizou na última terça feira, 20.03, uma cerimônia em alusão ao dia. Durante o evento os colaboradores da Funasa de MS, assistiram a palestra sobre o tema escolhido pela ONU, ministrada pela nutricionista da Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde, Diana Steica.

Entre os assuntos debatidos durante a explanação, estava a portaria nº 2.914, de 12 de dezembro de 2011, do Ministério da Saúde, que trata sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para o consumo humano e seu padrão de potabilidade.

A palestrante falou sobre a relevância da população se conscientizar sobre seus direitos, mas lembrou que é importante não deixar de lado seus deveres, “às vezes a pessoa tem água encanada e usa uma cisterna para diminuir os gastos com saneamento, mas deixa de se preocupar com o seu fechamento ou se a mesma foi construída próxima a uma fossa, por exemplo. O uso dessa água sem tratamento pode causar riscos à saúde.”

Segundo Steica, os índices epidemiológicos apontam que a falta de saneamento gera muitas doenças. A nutricionista ressalta, ainda, que “podemos perceber que enfermidades como diarréias, principalmente em crianças menores de cinco anos, são encontradas com mais freqüência em populações que não possuem saneamento básico”, alerta.

De acordo com o superintendente estadual da Funasa de MS, Pedro Teruel, “com essas atividades buscamos conscientizar nossos colaboradores sobre a importância de cuidar do meio ambiente, pois o que jogamos na natureza prejudica a nossa saúde e das gerações futuras, além disso, cada pessoa repassa para suas famílias, multiplicando assim, o zelo com nosso planeta”.

(*) Com informações do Jornal Tribuna Livre

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