10/12/2018 08h34

CARLOS-GHOSN

A Promotoria de Tóquio, no Japão, acusou formalmente, nesta segunda-feira (10), o ex-presidente do conselho de administração da Nissan, Carlos Ghosn, por subdeclarar seus rendimentos.

A Nissan também foi indiciada pelos promotores japoneses, por apresentar declarações financeiras falsas.
Ghosn está detido na capital japonesa desde o dia 19 de novembro, quando havia sido levado para interrogatório, ainda sem acusação formal. O executivo, demitido pela Nissan no último dia 22, ainda teve mandado de prisão prolongado.

Ex-diretor representativo da montadora, Greg Kelly também foi oficialmente indiciado. Os executivos não emitiram nenhum comunicado por meio de seus advogados, mas a imprensa japonesa informou que ambos negaram as acusações.

A Nissan afirma que a fraude foi planejada por Ghosn, com ajuda de Kelly, e emitiu uma nota após o indiciamento.
“Fazer declarações falsas em relatórios financeiros compromete gravemente a integridade das declarações públicas da Nissan no mercado de valores mobiliários, e a companhia expressa seu mais profundo arrependimento”, afirmou em comunicado.

(*) FOLHAPRESS

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