26/01/2012 08h16 – Atualizado em 26/01/2012 08h16

Afirmação foi feita ontem, em Maracaju, pelo ministro da Agricultura em exercício, José Carlos Vaz – substituto de Mendes Filho, que está em missão oficial no exterior – e pela secretária de Produção de MS, Tereza Cristina Dias, durante visita à Showtec

Correio do Estado

Apesar do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) ter apreendido, na última segunda-feira, um caminhão com gado do Paraguai tentando entrar em Mato Grosso do Sul sem documentação, as autoridades federais e estaduais não devem tomar nenhuma medida, além da fiscalização que ocorre em 11 municípios de fronteira com o país vizinho.

Afirmação foi feita ontem, em Maracaju, pelo ministro da Agricultura em exercício, José Carlos Vaz – substituto de Mendes Filho, que está em missão oficial no exterior – e pela secretária de Produção de MS, Tereza Cristina Dias, durante visita à Showtec.

O caminhão, com sete bovinos, foi interceptado pela operação que objetiva evitar a entrada do vírus da febre aftosa – doença que voltou a aparecer no Paraguai no final do ano passado. Ele estava sem a Guia de Trânsito Animal (GTA) – obrigatória para movimentação de animais. Toda a carga foi abatida, no frigorífico Frigoforte, em Ponta Porã, na última terça-feira.

Mesmo com essa tentativa de contrabando, o governo anunciou que não deve fazer nenhuma exigência ao país vizinho pedindo a intensificação de seus trabalhos de controle, por receio de que uma pressão possa causar conflitos políticos entre os dois países. “Não há a ideia de pressionar de forma alguma. Vamos continuar com o diálogo que estamos mantendo e com as medidas que já foram planejadas e implantadas – sabemos que há vontade do governo paraguaio em cooperar e não queremos perder se relacionamento positivo”, disse Vaz.

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