A crescente quantidade de notícias falsas sobre o coronavírus é grave, pois podem causar alarde, especulações e até desordem


O Professor de Direto Digital no MBA da FGV, Dr. Luiz Augusto Filizzola D’Urso alerta: “Hoje temos voz e vez nas redes sociais, modificando nosso papel em sociedade e, principalmente, nossa responsabilidade, obrigando-nos, assim, a conferir a informação antes de publicá-la ou compartilhá-la”.

Preocupado com este problema, D’Urso completa: “um compartilhamento irresponsável de uma Fake News que viraliza pode gerar pânico e caos”.

Sobre o combate à desinformação, o especialista em Direito Digital insiste que as notícias verdadeiras são a vacina: “Se compartilharmos, com responsabilidade, as notícias divulgadas por fontes confiáveis, conseguiremos combater este problema do coronavírus, com informação e prevenção”.



O Ministério da Saúde também preocupado com esta situação, criou um “Selo de alerta de Fake News”, para marcar as notícias falsas sobre o coronavírus. “Estamos diante de uma emergência mundial de saúde, que reclama a participação responsável de todos também nas redes sociais”, finaliza o Dr. Luiz Augusto D’Urso, que é Presidente da Comissão Nacional de Cibercrimes da ABRACRIM (Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas).

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