22/10/2013 15h08 – Atualizado em 22/10/2013 15h08

No dia 30 de agosto Claudemir e Jaqueson foram presos em flagrante após roubar uma mulher em frente a uma agência bancária da avenida Mascarenhas de Moraes

Da Redação

Foram presos pelo GARRAS (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros) Claudenir Martins de Oliveira, 31 anos e Jaqueson Tales Martins Borges, 26, acusados de tentar explodir dois caixas eletrônicos de uma agência bancária localizada na avenida Eduardo Elias Zahran, em Campo Grande (MS) em 23 de junho deste ano.

De acordo com o GARRAS, os acusados apresentados a imprensa durante entrevista coletiva na manhã de hoje (22), colocaram explosivos nos caixas eletrônicos, mas por causa do frio eles não detonaram e especialistas da unidade foram chamados para desarmar os explosivos, que foram encaminhados para o Instituto de Criminalística, onde foram periciados.

Imagens do circuito interno de câmeras da agência bancária solicitadas pela Polícia Civil, mostram a ação de cinco homens, sendo que quatro adentraram ao banco e um ficou do lado de fora da agência em um veículo Gol, cor branca, furtado na noite anterior na Capital. O carro foi encontrado abandonado logo em seguida próximo ao estádio Morenão.

No dia 30 de agosto Claudemir e Jaqueson foram presos em flagrante após roubar uma mulher em frente a uma agência bancária da avenida Mascarenhas de Moraes. Perícias realizadas no Gol constataram a existência de impressões digitais de Claudemir no veículo.

Jaqueson que após a prisão foi encaminhado para presídio da Capital, foi levado para o GARRAS, onde prestou esclarecimentos e acabou confessando a autoria do roubo do veículo e apontou Claudenir como Comparsa. Jaqueson negou porém, a participação na tentativa de roubo aos caixas eletrônicos, mas disse que tinha conhecimento do planejamento e execução do crime.

Todos os detalhes do roubo do Gol e da tentativa de explosão dos caixas eletrônicos foram repassados ao GARRAS por Claudenir durante interrogatório. Ele ainda disse à polícia que o restante da quadrilha é de São Paulo e que os explosivos e armas utilizados na ação foram trazidos daquele Estado.

“O Claudenir alegou que o comparsa dele, especialista em explosivos disse que a baixa temperatura registrada naquele dia, afetou o funcionamento dos artefatos, motivo pelo qual não explodiram e pelo perigo da detonação foram abandonados dentro dos terminais bancários”, explica o Dr. Alberto Vieira Rossi, delegado titular do GARRAS.

(*) Com informações de Assecom PC MS

Os acusados colocaram explosivos nos caixas eletrônicos, mas por causa do frio eles não detonaram (Foto: Divulgação/PC MS)

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