02/04/2015 11h09 – Atualizado em 02/04/2015 11h09

Um grupo de estudantes, cujo número não foi estimado, continua retido no interior da Universidade de Garissa, no Leste do Quênia

Da redação

O grupo extremista islâmico somali Shebab reivindicou o ataque hoje (02) ao Centro Universitário de Garissa, no Quênia, que fez pelo menos 15 mortos. “O Quênia está em guerra com a Somália (…). Nossos homens estão ainda no interior e em combate. A missão deles é matar aqueles que são contra os Shebab”, disse, por telefone, um porta-voz do grupo islâmico, Cheikh Ali Mohamud Rage.

Um grupo de estudantes, cujo número não foi estimado, continua retido no interior da Universidade de Garissa, no Leste do Quênia, a cerca de 150 quilômetros da fronteira com a Somália, na sequência de um ataque de homens armados.

De acordo com a Cruz Vermelha queniana, os atacantes ocuparam e controlam os edifícios da residência universitária, onde moram centenas de estudantes. “Cinquenta estudantes foram libertados”, informou a organização em um comunicado, sem explicar as circunstâncias da libertação.

As forças de segurança quenianas lançaram uma operação para capturar os atacantes.

O Centro de Operação de Desastres local informou, em sua conta na rede social Twitter, que um grupo de homens armados atacou a universidade de Garissa, por volta das 5h30 locais (23h30 de ontem [1º], no horário de Brasília), quando os atacantes entraram na universidade e começaram a disparar indiscriminadamente e detonaram vários engenhos explosivos.

(*) Agência Brasil

Militares cercam o prédio da universidade no Quênia, onde ocorreu o ataque terrorista (Foto: Google)

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